Bolsa: Yduq (YDUQ3) tem a maior alta nesta segunda-feira e Cemig (CMIG4), a baixa

Karin Barros
Jornalista com atuação nos dois principais jornais impressos da Grande Florianópolis por quase 10 anos. Costumo dizer que sou viciada em informação, por isso me encantei com a economia, que une tudo de alguma forma sempre. Atualmente também vivo intensamente o mundo da assessoria de imprensa e do PR.

Crédito: Divulgação

A maior alta do Ibovespa nesta segunda-feira (5) foi da Yduq (YDUQ3) com 8,67% para R$ 28,95 em uma sessão de menor aversão ao risco pela pandemia.

A grande queda do dia ficou com a Cemig (CMIG4) com -2,03% para R$ 12,51.

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De acordo com a Investing, a companhia teve queda em meio a ajustes, após subir quase 9% em março, na esteira de resultado trimestral e anúncio de que espera concluir a venda de sua participação na transmissora de energia elétrica Taesa (TAEE11) ainda neste ano.

A elétrica estatal estimou na semana passada que o resultado de 2021 deve ser apoiado por acordo fechado com o governo em 2020 sobre o chamado “risco hidrológico”.

Impasse federal

O impasse em torno do Orçamento não impediu que o Ibov deslanchasse 1,97% e resgatasse os 117 mil pontos (117.518,44), com giro de R$ 29,4 bi.

Além de o índice à vista ter replicado o otimismo em NY, teve ainda a Vale (VALE, +6,16%, terceira maior alta do dia) como estrela.

A mineradora estabeleceu seu mais novo recorde de fechamento, a R$ 103,39, na festa garantida pelo novo programa de recompra de até 5,3% das ações.

Ainda entre as blue chips das commodities, as ações da Petrobras (PN PETR4, +0,63%, a R$ 24,04, e ON PETR3, +1,06%, a R$ 23,87) desafiaram o tombo do petróleo.

A estatal anunciou que os preços de venda do gás natural para as distribuidoras terão aumento de 39% a partir de 1/5.

Bancos

Destoando dos ganhos dos bancos privados (Bradesco PN BBDC4, +0,92%, a R$ 26,01, e Itaú ITUB4, +1,29%, a R$ 27,45), os papéis do BB (BBAS3) tiveram leve queda de 0,13%, diante do desconforto com a renúncia do presidente do conselho, Hélio Magalhães, como resposta às evidências de ingerência política desde a fritura de Brandão.

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