Bolsa: Sul América (SULA11) tem maior alta nesta quarta-feira e Hapvida (HAPV3), a baixa

Karin Barros
Colaborador do Torcedores

Crédito: Divulgação

A maior alta do Ibovespa nesta quarta-feira (17) ficou com a Sul América (SULA11) com 9,87% para R$ 35,83.

Segundo análise da Investing, a alta na companhia de seguros pode ter relação com uma demanda maior de Seguros de Vida e de Saúde durante a pandemia de Covid-19.

A Hapvida foi a maior baixa do dia com -2,39% para R$ 15,54 após anunciar fusão com a Notre Dame (GNDI3) recentemente.

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De olho no Fed

Os mercados operaram desde cedo de olho no Fed, com NY virando e se firmando em alta com a entrevista do Jerome Powell, em postura favorável aos estímulos monetários por longo tempo e minimizando a pressão dos juros dos Treasuries.

No fechamento, Dow Jones, +0,58% (33.015,37) e S&P 500, +0,29% (3.974,12) renovaram máximas históricas. Nasdaq, +0,40% (13.525,20).

Com o Fed esvaziando as apostas mais agressivas no Copom (0,75 ponto), o Ibovespa não esperou a decisão do BC (que sai às 18h30) para avançar, renovando máximas.

Volátil mais cedo, o índice deixou de lado os números cada vez piores da pandemia no Brasil e acompanhou NY.

Rompeu os 116 mil pontos, aos 116.549,44 pontos, fechando com ganho de +2,22% e giro de R$ 31,6 bilhões.

Poucas baixas

Apenas 9 papéis tiveram perdas. Usiminas (USIM5) não sustentou o otimismo e caiu na reta final, para -0,92%, na contramão do setor de siderurgia e mineração, com Vale (VALE3), +1,44% e CSN (CSNA3), +1,87%.

Alta da Selic

Subida em bloco dos bancos foi motivada também pela sinalização do Fed e expectativa de alta da Selic logo mais.

Bradesco ON (BBDC3): +3,55%; Bradesco PN (BBDC4), +4,17%; Itaú (ITUB4): +3,90%; Santander (SANB11): +3,32%.

Petrobras (PETR3; PETR4) subiu 3,19% e +3,44%, respectivamente, a despeito do recuo do petróleo.