Bolsa: Multiplan (MULT3) tem a maior alta do pregão e Weg (WEG3), a baixa

Karin Barros
Colaborador do Torcedores

Crédito: Reprodução vídeo oficial Weg

A maior alta do pregão desta quinta-feira (25) ficou com a rede de shoppings Multiplan (MULT3) com 1,06% para R$ 20,08, na frente apenas da Telefonica (VIVT3) com acréscimo de 0,29%.

Mesmo com as quedas da rede de shoppings na última semana, analistas do BTG Pactual emitiram relatório dizendo que, embora os resultados tenham vindo piores que o esperado pelo próprio banco no balanço, os números operacionais da companhia no quarto trimestre foram bons e são mais relevantes no momento.

Na data, o banco manteve a recomendação neutra para as ações, consideradas mais caras que as de outras empresas abertas do segmento.

Análises e Resumos do mercado financeiro com leituras de 5 minutos. Conheça a EQI HOJE

Já a maior queda do dia foi da Weg (WEG3) com -7,73% para R$ 80. A empresa, de acordo com o Infomoney, divulgou bons resultados na semana, mas analistas ainda apontam a sessão.

Petrobras volta a cair forte

Um dia após o balanço forte mostrar lucro líquido recorde de R$ 59,89 bilhões no 4TRI, a ação de Petrobras não segurou a alta da abertura e devolveu os ganhos, com investidor desconfiado da fala de Bolsonaro insinuando intervenção nos preços.

Segundo o presidente, o convite de Silva e Luna para a Petrobras tem como objetivo uma nova dinâmica na empresa, já que “toda estatal tem de ter visão social” e “quem depende dos produtos da companhia será positivamente surpreendido”.

A avaliação do mercado de que Petrobras pode ter dificuldade para aumentar os preços de combustíveis acionou o modo cautela e ONs (PETR3) recuaram 3,87%, para R$ 22,86, e PNs (PETR4), -4,96%, para 23,19.

NY com bolsas derrubadas

Sem o suporte de NY, onde as bolsas foram derrubadas pela escalada dos juros dos Treasuries (nota às 18h24), o Ibovespa chegou a perder os 112 mil pontos, fechando em baixa de 2,95%, aos 112.256,36 pontos.

O giro forte de R$ 45,5 bilhões mostra a aversão ao risco também pelo adiamento da votação da PEC Emergencial e pressões para liberar o auxílio sem medidas de contenção de gastos.