Bolsa de valores fecha em patamar histórico: 125.561,37 pontos, com alta de 0,96%

Redação EuQueroInvestir
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Arte / EQI

A bolsa de valores atingiu um patamar recorde nesta sexta-feira (28), chegando a 125.697,58 pontos na máxima do dia – foi renovando máximas na reta final. Em 8 de janeiro deste ano, o índice nacional havia fechado em 125.076,63 pontos, com a máxima em 125.323,43 pontos. No final da sessão de hoje, o Ibovespa estabeleceu um novo nível histórico de 125.561,37 pontos, alta de 0,96% em relação a ontem, acumulando na semana um ganho de 2,42%.

Em Nova York, ganhos também foram vistos (embora foram sendo minguados no decorrer da sessão), em um momento que os mercados assimilam, com satisfação, os dados econômicos, que vão da performance da criação de empregos à prévia da inflação.

No Brasil, a geração de emprego não vai tão bem, batendo níveis recordes de pessoas desocupadas, e a inflação também acelera, mas os investidores preferem se escorar no bom desempenho da matriz do país, os Estados Unidos.

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Hoje, o Ibovespa apresentou na mínima 124.284,00 pontos (-0,07%); e na máxima, 125.697,58 pontos (+1,07%).

O volume financeiro negociado foi de R$ 30,900 bilhões.

Confira a evolução do Ibovespa na semana, em cada fechamento de sessão:

  • segunda-feira (24): +1,17% (124.031,62 pontos)
  • terça-feira (25): -0,84% (122.987,71 pontos)
  • quarta-feira (26): +0,81% (123.989,17 pontos)
  • quinta-feira (27): +0,30% (124.366,57 pontos)
  • sexta-feira (28): +0,96% (125.561,37 pontos)
  • semana: +2,42%
  • maio: +5,61%
  • 2021: +5,50%

Fechamento da Semana com a EQI

Dólar

O dólar caiu nesta sexta. A moeda norte-americana recuou 0,82%, valendo R$ 5,2121.

  • segunda-feira (24): -0,53% a R$ 5,3247
  • terça-feira (25): +0,23% a R$ 5,3371
  • quarta-feira (26): -0,45% a R$ 5,3133
  • quinta-feira (27): -1,09% a R$ 5,2553
  • sexta-feira (28): -0,82% a R$ 5,2121
  • semana : -2,66% a R$ 5,2121

Euro

  • segunda-feira (24): -0,50% a R$ 6,4972
  • terça-feira (25): +0,52% a R$ 6,5307
  • quarta-feira (26): -0,86% a R$ 6,4747
  • quinta-feira (27): -1,37% a R$ 6,3857
  • sexta-feira (28): -0,49% a R$ 6,3545
  • semana: -2,69% a R$ 6,3545

Criptomoedas*

  • Bitcoin: -5,20% a R$ 187.794,06
  • Ethereum: -6,48% a R$ 13.075,02
  • Binance: -8,51% a R$ 1.748,27

*(variação nas últimas 24h – corte: 17h)

Bolsa em Nova York e cenário mundial

As ações em Wall Street subiram, em meio ao otimismo crescente sobre a recuperação econômica dos EUA. Bom, não se trata apenas de otimismo e, muito menos, um otimismo infundado.

Mesmo com a inflação ao consumidor nos Estados Unidos, medida pelo PCE, tendo acelerado acima da projeção em abril, mas nem tanto quanto se temia.

O núcleo do PCE, medida preferida do Federal Reserve (Fed, o banco central local) para acompanhar a variação dos preços, e que exclui os itens voláteis, como alimentos e energia, subiu 3,1% na base anual, ante 1,9% de março. A expectativa era por leitura de 2,9%.

Na base mensal, o aumento foi de 0,7%, ante 0,4% do mês anterior e projeção de 0,6%.

Enquanto isso, a taxa de poupança permaneceu elevada em 14,9% no mês passado, enquanto os gastos dos consumidores subiram 0,5%, em linha com as estimativas.

“Este relatório coloca o Fed em uma posição muito boa, a inflação está alta, mas os rendimentos reais ainda estão baixos. Este é basicamente o ponto ideal transitório”, disse Jamie Cox, sócio-gerente do Harris Financial Group, para a CNBC.

Os movimentos de alta nesta semana ocorrem em um momento em que os investidores monitoram o vaivém em Washington sobre um pacote de infraestrutura abrangente que pode impulsionar ainda mais a recuperação econômica. Os republicanos do Senado revelaram ontem (27) uma contra-oferta de infraestrutura de US$ 928 bilhões a Joe Biden, que pediu US$ 1,7 trilhão. Há muita discussão ainda sobre a mesa.

Entretanto, é um momento bom para os mercados, especialmente diante dos dados econômicos e do emprego e da prévia do PIB, mesmo abaixo da expectativa.

Na segunda leitura prévia, divulgada nesta quinta-feira, o PIB dos Estados Unidos subiu a uma taxa anual de 6,4% no primeiro trimestre de 2021.

O resultado veio em linha com a primeira prévia, mas ficou abaixo da projeção do mercado, que era por 6,5% de alta.

Comparativamente, no quarto trimestre de 2020, o PIB aumentou 4,3%. Vale lembrar que, no terceiro trimestre do ano passado, o PIB real dos EUA aumentou 33,4%, uma marca recorde no país. Enquanto que, no segundo trimestre, caiu 31,4% em decorrência da crise da pandemia de coronavírus. No primeiro, recuou 5%.

Na Ásia-Pacífico, os mercados tiveram uma ótima semana positiva, enquanto as principais bolsas europeias pegam embalo e carona no otimismo global. A recuperação econômica nos EUA infectou positivamente todas as regiões, mesmo com a pandemia ainda em alta. A sensação é que não há mais volta a números estarrecedoras na terra de Joe Biden, que impôs um eficiente programa de vacinação, a ponto de brecar o alastramento do vírus, pelo menos nos níveis de antes.

O sentimento econômico da zona do euro subiu mais do que o esperado em maio, atingindo a maior alta em três anos, mostraram os dados na sexta-feira, com o índice da Comissão Europeia subindo para 114,5 pontos de 110,5 em abril. Economistas ouvidos pela Reuters esperavam uma leitura de 112,1.

A economia francesa contraiu 0,1% no primeiro trimestre para deslizar para uma recessão técnica, com os dados finais revisando para baixo uma estimativa anterior de expansão de 0,4%. Aqui, a pandemia bateu forte.

Na Inglaterra, o primeiro-ministro Boris Johnson alertou que a reabertura total das restrições que ocorreria em em 21 de junho pode ser adiada, já que os casos no país da variante indiana dobraram na semana passada – e o variante já chegou àquele país sem planejamento algum chamado Brasil.

Na questão geopolítica, a Organização de Aviação Civil Internacional das Nações Unidas investigará a Bielorrússia por conta da aterrissagem forçada de um avião de passageiros da Ryanair, só para prender um jornalista dissidente, uma medida que desencadeou indignação global. A Rússia bloqueou o espaço aéreo para a Air France e a Austrian Airlines, depois que as duas companhias alteraram seus planos de voo para evitar o espaço aéreo da aliada russa Bielorrússia. Os movimentos desse tabuleiro de xadrez estão sendo jogados.

O grande problema que vem pela frente é a crise hídrica. O ministro Bento Albuquerque, das Minas e Energia, alertou sobre o problema no começo do mês: “Isso tem nos preocupado bastante desde outubro e o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico existe pra isso. Desde o ano passado nós decidimos despachar as nossas usinas termelétricas fora do padrão normal, justamente para preservar os nossos reservatórios e aquilo que nós ainda temos de água neles”.

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) chegou a dizer que poderá vir a ter racionamento ou algum sistema de rodízio para o país dar conta, especialmente se a economia continuar sua reabertura, como está acontecendo no momento.

Nova York (sexta-feira)

  • S&P: +0,08%
  • Nasdaq: -0,09%
  • Dow Jones: +0,19%

Nova York (semana)

  • S&P: +1,16%
  • Nasdaq: +2,06%
  • Dow Jones: +0,94%

Europa (sexta-feira)

  • Euro Stoxx 600 (Europa): +0,78%
  • DAX (Alemanha): +0,74%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,04%
  • CAC (França): +0,75%
  • IBEX 35 (Espanha): +0,42%
  • FTSE MIB (Itália): +0,45%

Europa (semana)

  • Euro Stoxx 600 (Europa): +1,11%
  • DAX (Alemanha): +0,53%
  • FTSE 100 (Reino Unido): +0,06%
  • CAC (França): +1,53%
  • IBEX 35 (Espanha): +0,22%
  • FTSE MIB (Itália): +0,78%

Ásia e Oceania (sexta-feira)

  • Shanghai (China): -0,22%
  • SZSE Component (China): -0,30%
  • China A50 (China): -0,03%
  • DJ Shanghai (China): -0,13%
  • Hang Seng HSI (Hong Kong): +0,08%
  • SET (Tailândia): -0,06%
  • Nikkei (Japão): +2,10%
  • ASX 200 (Austrália): +1,19%
  • Kospi (Coreia do Sul): +0,73%

Ásia e Oceania (semana)

  • Shanghai (China): +3,28%
  • SZSE Component (China): +3,02%
  • China A50 (China): +5,13%
  • DJ Shanghai (China): +3,64%
  • Hang Seng HSI (Hong Kong): +2,38%
  • SET (Tailândia): +1,90%
  • Nikkei (Japão): +2,33%
  • ASX 200 (Austrália): +2,12%
  • Kospi (Coreia do Sul): +1,02%

Brasil: ambiente político e econômico

Não é só de índices recordes de desemprego que o Brasil vive – 14,7%, segundo a Pnad divulgada esta semana.

O ministro da Economia, Paulo Guedes, está confiante na aprovação da reforma tributária no Congresso. Ele informou que teve uma conversa muito boa sobre o assunto com os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e que foi combinado que os impostos sobre a renda e o consumo vão para a Câmara e o passaporte tributário vai para o Senado.

Mas o melhor é que o ministro descartou incluir uma nova CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).

Disse também que a previsão é de que os temas sejam discutidos em cada Casa por 30 a 60 dias.

“Há uma boa perspectiva de fazermos uma reforma interessante e relativamente rápida, ou seja, este ano ainda. Acho que está progredindo bastante e os passos são todos razoáveis na direção de que não vai ter susto para ninguém, todo mundo vai entender tudo, deixando a possibilidade de uma PEC que faça uma acoplagem ali na frente do nosso IVA federal com os estados”, disse.

No Senado, foi aprovada a medida provisória (MP) que fixou o salário mínimo em R$ 1.100 a partir de 1º de janeiro deste ano. Trata-se de um aumento de 5,26% (R$ 55) em relação ao valor do ano passado, de R$ 1.045.

O texto havia sido aprovado quarta (26) pela Câmara dos Deputados, e os senadores não fizeram alterações na redação final. A MP segue para promulgação.

O valor proposto pelo governo para este ano corresponde à variação de 5,22% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), no período de janeiro a dezembro de 2020.

Em mais uma grande rodada de dados, o índice de reajuste de aluguel IGP-M acelerou 4,10% em maio, contra 1,51 do mês anterior, com os preços das commodities voltando a pressionar a inflação ao produtor, informa a FGV. A projeção era de alta de 4%. O índice acumula alta de 14,39% no ano e de 37,04% em 12 meses.

Comparativamente, em maio de 2020 o índice subia 0,28% e acumulava alta de 6,51% em 12 meses.

Segundo André Braz, coordenador da pesquisa, a alta foi puxada pelo IPA (Índice de Preços ao Produtor Amplo), que avançou 5,23%, sob forte influência dos aumentos registrados para minério de ferro (de recuo de 1,23% para alta de 20,64%), cana-de-açúcar (de 3,43% para 18,65%) e milho (de 8,70% para 10,48%). “Essas três commodities responderam por 62,9% do resultado do IPA, cuja taxa foi de 5,23%”, diz.

Em abril, o IPA havia sido de 1,84%.

Além do IPA, que responde por 60% do IGP-M, o indicador também é formado por outros dois índices: o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção). Eles respondem por 30% e 10%, respectivamente, do IGP-M.

Assim, o Indicador de Incerteza da Economia, da FGV, recuou 9,5 pontos em maio, para 119,9 pontos. Com o resultado, o indicador agora está apenas 4,8 pontos acima do nível de fevereiro de 2020, último mês antes da chegada da pandemia de covid-19 ao Brasil.

Segundo a economista Anna Carolina Gouveia, responsável pela pesquisa, a continuidade das campanhas de imunização associada à ligeira melhora dos números da pandemia no Brasil em maio e à reabertura gradual de diversas economias mundiais parecem ter contribuído para a segunda queda consecutiva do nível de incerteza.

Apesar disso, o indicador permanece acima do nível médio de 115 pontos vigente entre 2015 e 2019 e ainda não recupera as altas observadas em março e abril de 2020. “Olhando à frente, a possibilidade de uma terceira onda de Covid-19 no país e a possibilidade de novas medidas de restrição à mobilidade podem ameaçar esta tendência de queda nos próximos meses”, ela diz.

Já o estoque de crédito, segundo dados do Banco Central divulgados hoje, aumentou 0,5% em abril na comparação com o mês anterior, chegando a R$ 4,1 trilhões, equivalentes a 53,6% do Produto Interno Bruto (PIB). O saldo das operações de crédito do Sistema Financeiro Nacional (SFN) registrou alta de 1,5% em abril.

O crédito às pessoas físicas avançou 1%, enquanto pessoas jurídicas ficou estável. As novas concessões de crédito em abril somaram R$ 378,9 bilhões, versus R$ 407,9 bilhões em março de 2021.

A média do custo de toda a carteira de crédito do sistema financeiro, calculada pelo Indicador de Custo de Crédito (ICC), apresentou alta de 0,1 ponto porcentual em abril, com os últimos 12 meses em 17,2% ao ano, uma redução de 2,5 pontos porcentuais em relação ao mesmo período do ano anterior.

Bolsa: ações

Das 84 ações negociadas na bolsa, 45 subiram, 3 ficaram estáveis (BRDT3, QUAL3 e VVAR3) e as outras 36 caíram em relação à sessão anterior.

Mais negociadas

  • Petrobras (PETR4): R$ 26,99 (+4,17%)
  • Vale (VALE3): R$ 110,90 (+0,72%)
  • Petrobras (PETR3): R$ 26,71 (+5,78%)
  • Itaú Unibanco (ITUB4): R$ 29,63 (+1,65%)
  • Bradesco (BBDC4): R$ 26,54 (+0,23%)

Maiores altas

  • Petrobras (PETR3): R$ 26,71 (+5,78%)
  • Weg (WEGE3): R$ 34,40 (+4,85%)
  • Petrobras (PETR4): R$ 26,99 (+4,17%)
  • Lojas Americanas (LAME4): R$ 20,05 (+3,46%)
  • Magazine Luiza (MGLU3): R$ 20,25 (+3,37%)

Maiores baixas

  • Sabesp (SBSP3): R$ 39,96 (-4,74%)
  • Azul (AZUL4): R$ 42,86 (-3,94%)
  • IRB Brasil (IRBR3): R$ 6,00 (-3,85%)
  • Gol (GOLL4): R$ 26,59 (-3,03%)
  • Embraer (EMBR3): R$ 17,43 (-2,46%)

Maiores altas da semana

  • Locaweb (LWSA3): R$ 26,18 (+14,07%)
  • Hering (HGTX3): R$ 33,40 (+13,92%)
  • Banco Inter (BIDI11): R$ 66,80 (+12,04%)
  • Yduqs (YDUQ3): R$ 33,21 (+10,44%)
  • SulAmérica (SULA11): R$ 34,80 (+10,30%)

Maiores baixas da semana

  • Suzano (SUZB3): R$ 61,54 (-5,10%)
  • BRF (BRFS3): R$ 25,75 (-4,38%)
  • Sabesp (SBSP3): R$ 39,96 (-3,85%)
  • Gerdau (GGBR4): R$ 32,65 (-3,60%)
  • Fleury (FLRY3): R$ 26,43 (-2,90%)

Outros índices brasileiros

  • IBrX 100: +0,89% (sexta-feira) | +2,44% (semana) (54.059,02 pontos)
  • IBrX 50: +1,00% (sexta-feira) | +2,23% (semana) (21.030,92 pontos)
  • IBrA: +0,87% (sexta-feira) | +2,37% (semana) (5.089,99 pontos)
  • SMLL: +0,11% (sexta-feira) | +4,23% (semana) (3.089,50 pontos)
  • IFIX: +0,68% (sexta-feira) | +0,27% (semana) (2.811,62 pontos)
  • BDRX: -0,78% (sexta-feira) | -1,15% (semana) (12.652,82 pontos)

Commodities

Petróleo Brent (agosto)/barril

  • segunda-feira (24): +3,04% (US$ 68,46)
  • terça-feira (25): +0,18% (US$ 68,49)
  • quarta-feira (26): +0,35% (US$ 68,73)
  • quinta-feira (27): +0,68% (US$ 69,20)
  • sexta-feira (28): -0,69% (US$ 68,72)
  • semana: +3,56% (US$ 68,72)

Petróleo WTI (julho)/barril

  • segunda-feira (24): +3,88% (US$ 66,05)
  • terça-feira (25): +0,03% (US$ 66,07)
  • quarta-feira (26): +0,21% (US$ 66,21)
  • quinta-feira (27): +0,97% (US$ 66,85)
  • sexta-feira (28): -0,79% (US$ 66,32)
  • semana: +4,30% (US$ 66,32)

Ouro (junho)/onça-troy

  • segunda-feira (24): +0,41% (US$ 1.884,50)
  • terça-feira (25): +0,71% (US$ 1.898,00)
  • quarta-feira (26): +0,02% (US$ 1.901,20)
  • quinta-feira (27): -0,28% (US$ 1.895,70)
  • sexta-feira (28): +0,35% (US$ 1.902,50)
  • semana: +1,21% (US$ 1.902,50)

Prata (julho)/onça-troy

  • segunda-feira (24): +1,42% (US$ 27,88)
  • terça-feira (25): +0,70% (US$ 28,10)
  • quarta-feira (26): -1,02% (US$ 27,77)
  • quinta-feira (27): +0,30% (US$ 27,96)
  • sexta-feira (28): +0,14% (US$ 27,98)
  • semana: +1,54% (US$ 27,98)

Com Wisir Research, BDM e CNBC