Boa Vista (BOAS3) define faixa de ação e captação pode chegar a R$ 2,4 bi

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 7 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
1

Crédito: Rodrigo Sales/ Folha de Boa Vista

A oferta de ações da Boa Vista (BOAS3) pode movimentar até R$ 2,4 bilhões, considerando R$ 13,60 por ação. Ou seja, o teto da faixa indicativa de preço, que varia entre R$ 10,80 e R$ 13,60.

Segundo a companhia, poderão ser ofertadas até 177.847.711 ações ordinárias da companhia.

Na tranche primária serão inicialmente emitidas 83.333.333 novas ações da Boa Vista. Já a distribuição secundária serão 71.316.851 ações ordinárias.

Ferramenta ajuda na escolha de suas ações de acordo com balanços

O fundo de private equity TMG Capital e o Clube de Diretores Lojistas do Rio de Janeiro serão os vendedores na oferta secundária.

A oferta será coordenada por JPMorgan, Citi e Morgan Stanley.

Em 2019, a Boa Vista registrou uma receita líquida de R$ 662 milhões, alta de 10% frente a 2018.

Ao mesmo tempo, o Ebitda ajustado avançou 22% e o lucro líquido, de 74,4 milhões de reais, cresceu 58%, na comparação anual.

Conforme a Boa Vista, os recursos serão utilizados para novas iniciativas, como a criação de uma fábrica de algoritmos; e aquisições, para desenvolver e fortalecer a presença no mercado direto ao consumidor, acelerar capacidades analíticas, capturar a demanda por ferramentas de gerenciamento de riscos antifraude, acelerar o crescimento no segmento de Marketing Services e ampliar a presença no mercado de recuperação de recebíveis.