Bloomberg contrata eleitores por US$ 2.500 para fazer disparo nas redes sociais

Sabrina Oliveira
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Divulgaçao

Michael Bloomberg, pré-candidato à Presidência dos Estados Unidos, está contratando pessoas na Califórnia para publicar mensagens de apoio a sua candidatura e enviar mensagens de textos aos amigos seus amigos sobre ele, nas redes sociais.

Bloomberng está pagando US$ 2.500 por mês para todos que promovê-lo nas redes sociais. A iniciativa que poderá custar milhões de dólares, começou antes das prévias da Califórnia, no início de março, para ser usada em todo o país. As informações são do  The Wall Street Journal.

De acordo com especialistas, a campanha que incentiva seus apoiadores a publicar seus materiais nas redes sociais pessoais e remunerá-los é incomum, sendo uma das ideias mais heterodoxas adotadas até agora pelo pródigo bilionário e a borra de divisão entre organização de campanha tradicional e distribuição de conteúdo patrocinado.

Os documentos da campanha de Bloomberg descrevem a iniciativa de vários milhões de dólares por mês para angariar apoio ao pré-candidato, que entrou na disputa do Partido Democrata, depois de outros que construíram suas campanhas do zero.

O documento também relata uma estratégia que teria sido usada na campanha de Donald Trump, e obteve ótimos resultados para influenciar potenciais eleitores.

Para esse fim, o bilionário está contratando mais de 500 ‘vice-organizadores digitais’ para trabalhar de 20 a 30 horas semanas e receber US$ 2.500 por mês, e deverão promover Bloomberg semanalmente a todos seus contatos telefônicos por mensagens de textos e postagens diárias em redes sociais, apoiando e mostrando documentos sobre o pré-candidato.

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As fichas de inscrições para o emprego, são disponíveis publicamente e pedem para que os interessados forneçam apelidos das redes sociais e declaram que os funcionários podem ser solicitações para trabalhos mais tradicionais de ‘organizadores de campo’ por exemplo, fazendo pedido de doação de dinheiro por telefone.

Um porta-voz da campanha diz que os funcionários pagos para promover o bilionário como o futuro da organização política. ‘Estamos encontrando eleitores em todo lugar, em qualquer plataforma onde eles consomem notícias. Uma das maneiras mais eficazes de alcançar eleitores é ativando seus amigos e redes para incentivá-los a apoiar Mike para presidente’, argumentou.

Até recentemente, a campanha de Bloomberg planejava recrutar mais de 2.500 convidados para a organização digital, que receberiam US$ 500 por mês em troca de postar diariamente nas redes sociais e colocar toda a sua lista de contatos no banco de dados da campanha, de acordo com o jornal Wall Street.


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