Biden ganha apoio de Hilary Clinton para tirar Trump da Casa Branca

Paulo Amaral
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Crédito: Twitter

Joe Biden, provável candidato dos Democratas às eleições americanas para presidência da República, ganhou um apoio de peso nesta quinta-feira: Hilary Clinton.

De acordo com a AFP, a ex-primeira dama e ex-candidata à presidência declarou sua vontade de ver Biden derrotar Donald Trump no pleito marcado para o fim do ano.

“Quero somar a minha voz às muitas que têm te apoiado para ser nosso presidente. Para mim, é um momento em que precisamos de um líder como Joe Biden”, sintetizou Hilary.

A ex-primeira dama juntou-se a Barack Obama, Nancy Pelosi e até a Bernie Sanders, que até há bem pouco tempo disputava com Biden o posto de candidato democrata ao pleito.

O nome de Biden, aliás, ainda não foi confirmado pelo partido, pois a convenção final foi adiada para agosto por conta da crise do coronavírus.

Clinton aproveitou o fato de Donald Trump estar sendo bastante criticado pela forma como tem agido para combater a Covid-19 no país e usou o momento norte-americano para engrandecer Biden.

Para ela, a situação dos Estados Unidos seria outra se contasse com um presidente que “ouve os fatos científicos”. “Acho que isso implicaria que teríamos um presidente de verdade, não alguém que desempenha um papel para a televisão”, disparou.

Embaixada em Jerusalém

No mesmo dia em que recebeu o apoio de Hilary Clinton para a corrida presidencial, Joe Biden reafirmou que, caso vença Donald Trump, manterá a embaixada norte-americana em Jerusalém.

Biden lamentou a decisão de Trump de remover a embaixada de Tel-Aviv sem o acordo de paz ter sido selado no Oriente Médio, mas garantiu que, “agora que está feito, não a levará de volta”.

De acordo com a AFP, o reconhecimento de Jerusalém como capital de Israel contou com apoio internacional apenas do primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu, e contrariou a determinação sustentada por Washington durante sete décadas de manter sua representação diplomática em Tel-Aviv.

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