Diretor do BC descarta risco de hiperinflação; veja mais notícias

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 7 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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O diretor de política monetária do Banco Central (BC), Bruno Serra Fernandes, descartou o risco do Brasil conviver com a dominância fiscal e a hiperinflação. A fala de Serra Fernandes ocorreu durante live do Valor ontem (18).

“Até agora, se estamos tendo alguma dificuldade, é de levar a inflação para o centro da meta no horizonte relevante”, afirmou. Segundo o diretor, em 2020, a inflação dificilmente terminará no centro da meta. “Para 2021, apesar de comentários [no mercado], muito pouca gente acha que vamos conseguir entregar o centro da meta”, disse.

Serra Fernandes reforçou que o BC vê o repique de inflação como temporário e destacou que o movimento tem sido puxado pelo setor de alimentos, que tem efeito menos perene que serviços.

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Governo pode discutir teto de gastos se Congresso desindexar Orçamento

O ministro da Economia Paulo Guedes afirmou, nesta quarta-feira (18), que o governo pode rediscutir a continuidade do teto de gastos se o Congresso desindexar Orçamento, conforme informou a Folha de S. Paulo.

A regra limita o aumento das despesas do governo à variação da inflação por 20 anos. No entanto, a margem para o cumprimento do teto está cada vez mais apertada, o que pode inviabilizar o funcionamento da máquina pública.

Taxação de fortunas avança na Argentina

A Câmara dos Deputados da Argentina aprovou ontem (18) um projeto de lei que cria um imposto “extraordinário” para indivíduos com patrimônio superior a 200 milhões de pesos (US$ 2,35 milhões ou R$ 12,5 milhões).

Conforme estimativas do governo, a meta é arrecadar até US$ 3 bilhões com o imposto.

Micro e Pequena deve ter mais R$ 10 bi

O Senado aprovou ontem (18), a terceira fase do Pronampe, programa destinado a socorrer micro e pequenas empresas afetadas pela pandemia da covid-19. A proposta prevê a oferta de mais R$ 10 bilhões do Tesouro Nacional como garantia para os empréstimos. O texto segue agora para análise da Câmara dos Deputados, conforme informou o Estadão.

Fitch adverte para situação fiscal do país

A agência de classificação de risco Fitch manteve a nota “BB-“, para o Brasil, e reiterou a perspectiva negativa. Segundo a agência, a medida reflete a deterioração fiscal do país, em razão do déficit orçamentário, a dívida pública e o risco do teto dos gastos. A perspectiva foi rebaixada de “estável” para “negativa” em maio, segundo o Valor.

SP tem 6 das 10 cidades mais competitivas

O Estado de São Paulo conta com seis municípios que estão entre os 10 mais competitivos do Brasil, conforme a primeira edição do Ranking de Competitividade dos Municípios, do Centro de Liderança Pública (CLP) em parceria com a startup Gove e com o Sebrae. A notícia é do Estadão.

Na primeira colocação aparece Barueri. Seguida de São Caetano do Sul e São Paulo. Enquanto Santos, Campinas e Indaiatuba aparecem em 7ª, 8ª e 9ª colocação, respectivamente. As demais cidades do país são Florianópolis (4ª), Vitória (6ª ) e Porto Alegre (10ª).

Restrição a participação da Huawei no 5G perde força

Governo brasileiro começa a recuar da ideia de banir a chinesa Huawei da disputa pela construção da infraestrutura de telefonia 5G.

Segundo reportagem do Valor, a possível mudança seria consequência da vitória de Joe Biden nos Estados Unidos.

Atraso na LDO mostra lacuna orçamentária

As diferenças políticas que estão inviabilizando a votação do projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2021 demonstra a falta de uma regra permanente de contingência para a gestão orçamentária.

Normalmente, a LDO determina estabelece um plano para o caso de não aprovação do orçamento, determinando a execução de 1/12 de pelo menos parte das despesas. Mas o problema é que não há previsão sobre o que fazer se não tiver LDO.

Guedes defende venda da Eletrobras (ELET6), mas diz que Congresso trava privatizações

O ministro da Economia, Paulo Guedes, disse nesta quarta-feira (18) que é preciso privatizar a Eletrobras (ELET6). Guedes também disse que a venda de estatais não avançou e atribuiu a demora a um acordo de centro-esquerda no Congresso contra privatizações. “Além de problemas também nossos, de fazer uma opção decisiva pelas privatizações.” A notícia é do Valor.

Home office perde força e tendência é modelo híbrido

Segundo apuração do Valor, o home office funcionou bem, aumentou a produtividade em muitos casos, no entanto o retorno ao trabalho presencial de parte do pessoal é necessária para preservar a saúde mental de funcionários e a cultura das companhias.

Dessa forma, a aposta é que, com a chegada da vacina, modelos mais flexíveis e híbridos de trabalho devem ser maioria.

Transporte coletivo recebe auxílio de R$ 4 bi

O Senado aprovou ontem (18) um projeto de R$ 4 bilhões para auxiliar companhias que operam no serviço de transporte coletivo, como ônibus, trem e metrô. O texto foi aprovado pela Câmara e agora segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro.

Pfizer faz proposta ao governo brasileiro para vacina

A Pfizer informou que tem vacina 95% eficaz e pedirá à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) o registro emergencial da seu medicamento.

Além disso, a companhia fez proposta ao governo brasileiro e informou que teria condições de “imunizar milhões de brasileiros” no primeiro semestre de 2021, de acordo com o Estadão.

O número de casos e internações voltaram a crescer em diversas regiões do país.

Atualização Covid-19

O Brasil teve 754 óbitos confirmados por Covid-19 nas últimas 24 horas, elevando o total de vítimas a 167.497. Os novos casos positivados foram 28.342, de um total de 5.947.403 milhões.

 

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