BB (BBAS3): Possível saída de Brandão gera incertezas; Klabin (KLBN11) aposta em saco sustentável

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: Marcelo Camargo / Agência Brasil

A provável saída de André Brandão CEO do Banco do Brasil (BBAS3) gera incertezas sobre o avanço do plano de desinvestimentos e o resgate do foco no crédito agrícola na instituição financeira. Esta semana deve definir o destino de Brandão e, por tabela, das apostas de sua gestão, conforme informou o Valor.

O executivo pretende deixar o cargo de presidente do Banco do Brasil. Isso porque ele está incomodado com a crescente pressão política do presidente Bolsonaro sobre as estatais.

André Brandão manifestou sua decisão ao presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que indicou seu nome, e para o ministro da Economia, Paulo Guedes.

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Castello Branco deixa Petrobras (PETR4) menos endividada e mais eficiente

De saída da Petrobras, Roberto Castello Branco deixa como legado uma estatal menos endividada e mais eficiente. Ele promoveu por cortes de custos, venda de ativos, foco no pré-sal e a elevação do pagamento de dividendos. As informações são do Valor.

No entanto, o final da gestão é marcada por uma crise de desconfiança de investidores, diante da decisão da Petrobras de segurar reajustes neste ano, ante a pressão de Jair Bolsonaro contra os preços praticados pela companhia.

Klabin (KLBN11) aposta em saco industrial sustentável

A Klabin (KLBN11) apresentou neste ano dois produtos inovadores na área de sacos industriais, com forte
apelo sustentável e mercadológico, segundo reportagem do Valor.

A primeira embalagem hidrodispersível para cimento do país pode ser adicionada diretamente na betoneira para obtenção do concreto, sem perda das características originais da mistura.

Em outra frente, a Klabin desenvolveu uma sacaria que leva uma barreira de proteção de resina sustentável e, no caso da argamassa, dobrou a vida útil do produto ensacado.