Banco Inter (BIDI11) entra na carteira de julho da Mirae

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação / Mirae Asset Brasil

A carteira Meta da Mirae Asset para o mês de julho tem uma mudança na sua composição, saindo a JBS (JBSS3) para a entrada do Banco Inter (BIDI11).

Na comparação com o Ibovespa, a carteira, que ganhou 6,60%, ficou abaixo dos 8,73% do índice da Bolsa.

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NBo acumulado do ano, a carteira Meta se sai melhor, com perdas de 15,3%, contra perdas de 17,9% do índice de refêrencia.

Os demais nove ativos para julho mantêm-se com banco do Brasil (BBAS3), BRF (BRFS3), Magazine Luiza (MGLU3), MRV (MRVE3), Petrobras (PETR4), Randon (RAPT4), Rumo (RAIL3), Vale (VALE3) e Via Varejo (VVAR3).

Entre eles, JBS (JBSS3), que saiu, e BRF (BRFS3), foram os piores do mês, com menos 3,7% e menos 8,1%, respectivamente.

Já Via Varejo (VVAR3), com 23,5%, MRV (MRVE3), com 18,7%, e Magazine Luiza (MGLU3), com 11,3%, foram os que melhor renderam.

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Mirae projeta o mês de julho

Segundo a Mirae, “o mês começa com as atenções voltadas ao risco de uma nova onda de Covid-19 nos EUA, Europa e Ásia, mas
aguardamos que as cifras astronômicas liberados pelos bancos centrais ainda possam influenciar o humor dos investidores”.

Com relação ao Brasil, a Mira enxerga que “o isolamento começa a ser reduzido nos grandes centros”.

E que a agenda econômica ainda trará indicadores prejudicados pela pandemia, mas não descarta “que uma retomada maior possa acontecer ao longo do mês, que pode confirmar se o mundo caminhará para uma retomada em ‘V’, ‘U’, ‘W’ ou ‘L’ no 2S20”.

“Em nossa visão, o Ibovespa deve mostrar mais um mês de recuperação, com poder para reduzir parte das perdas acumuladas no ano”, conclui.

Dividendos e Small Caps

No caso da carteira Dividendos, não houve mudanças.

A Mirae continua com BB Seguridade (BBSE3), Cemig (CMIG4), Cyrella (CYREL3), Energias do Brasil (ENBR3), Engie (EGIE3), Fleury (FLRY3), Itaú Unibanco (ITUB4), Porto Seguro (PSSA3), Taesa (TAEE11) e Isa CTEEP (TRPL4).

A carteira de dividendos rendeu em junho 4,40% e tem acumulado no ano perdas na ordem de 17,9%.

Na carteira de Small Caps, uma única alteração: sai Marfrig (MRFG3) e entra MRV (MRVE3).

Os demais ativos continuam: AES Tietê (TEIT11), Banco Inter (BIDI11), Bradespar (BRAP4), Cyrela (CYRE3), Energias do Brasil (ENBR3), Fleury (FLRY3), Taesa (TAEE11), Via Varejo (VVAR3) e Yduqs (YDUQ3).