Banco Central publica relatório de olho em sustentabilidade

Matheus Gagliano
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Divulgação/Agência Brasil

O Banco Central (BC) publicou nesta quarta-feira (15/9) seu primeiro Relatório de Riscos e Oportunidades Sociais, Ambientais e Climáticas. O documento trata de forma integrada das ações do BC na dimensão Sustentabilidade da Agenda BC#.

Além disso, o BC divulgou, ainda, um conjunto de normativos que dão seguimento a consultas públicas feitas anteriormente.

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Os normativos divulgados trazem o fortalecimento das regras de gerenciamento de riscos sociais, ambientais e climáticos. E da elaboração da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC) pelas instituições integrantes do Sistema Financeiro Nacional (SFN).

Banco Central: riscos climáticos e ambientais

O documento inclui ainda a regulamentação da divulgação, pelas instituições, de informações sobre riscos e oportunidades sociais, ambientais e climáticas.

Integra ainda o conjunto de normativos, Resolução BCB que trata de impedimentos legais e infralegais existentes relacionados a questões sociais, ambientais e climáticas na contratação de crédito rural. Estes já são verificados pelas instituições financeiras. E sobre os quais o BC estabelecerá uma segunda linha de defesa.

As iniciativas estão em acordo com as recentes recomendações e tendências internacionais em torno da gestão dos riscos climáticos e ambientais, e da transparência em relação a eles.

De acordo com o banco, o fortalecimento das regras associadas às questões sociais, ambientais e climáticas, cujo impacto positivo ou negativo, é cada vez mais relevante para a solvência das instituições.​

Objetivo é estimular finanças sustentáveis

Roberto Campos Neto, presidente do BC, ressaltou que o objetivo da agenda é estimular o desenvolvimento de finanças sustentáveis no Brasil, de acordo com a Agência Brasil.

O executivo ressaltou que choques ambientais e climáticos podem trazer impactos negativos e que são difíceis de antever. Exemplo disso, são as ondas de calor, secas e outros eventos climáticos – como o La Niña e o El Niño. Estes podem acabar incidindo sobre preços de alimentos e energia.

 

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