Banco central da China injeta US$ 58 bilhões em empréstimos

Marcelo Hailer Sanchez
Jornalista, Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP) e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Pesquisador em Inanna (NIP-PUC-SP). Trabalhei nas redações do Mix Brasil, Revista Junior, Revista A Capa e Revista Fórum. Também tenho trabalhos publicados no Observatório da Imprensa e revista Caros Amigos. Sou co-autor do livro "O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente" (AnnaBlume).

Crédito: Divulgação / Portaldobitcoin

O Banco Popular da China (PBOC),  que é o Banco central chinês, concedeu novos empréstimos de curto e médio prazo nesta quarta-feira (15), porém, manteve o custo do empréstimo inalterado.

A meta do PBOC é manter a liquidez adequada em uma economia em desaceleração e aliviar uma crise potencial antes do Ano Novo Lunar.

A entidade afirmou em seu site que a taxa de juros dos empréstimos de um ano da MLF permaneceu em 3,25%, inalterada em relação às operações anteriores.

300 bilhões de yuans (US $ 43,51 bilhões) foram injetados pelo PBOC por meio da ferramenta de liquidez.

Separadamente, o Banco Popular da China também estendeu 100 bilhões de yuans de acordos de recompra de 14 dias com a taxa de juros inalterada em 2,65%.