Bolsa e bancos irão operar normalmente dias 20, 21, 22 e 25

Marcelo Hailer Sanchez
Jornalista, Doutor em Ciências Sociais (PUC-SP) e Mestre em Comunicação e Semiótica (PUC-SP). Pesquisador em Inanna (NIP-PUC-SP). Trabalhei nas redações do Mix Brasil, Revista Junior, Revista A Capa e Revista Fórum. Também tenho trabalhos publicados no Observatório da Imprensa e revista Caros Amigos. Sou co-autor do livro "O rosa, o azul e as mil cores do arco-íris: Gêneros, corpos e sexualidades na formação docente" (AnnaBlume).
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Crédito: acionista.com.

Prefeito de São Paulo, Bruno Covas declarou na manhã desta terça-feira (19), em coletiva, que as instituições financeiras podem funcionar. No início da tarde foi confirmada que tanto a B3 quanto os bancos vão operar normalmente dias 20,21,22 e 25 de maio.

Significa dizer que mesmo sendo feriado ou ponto facultativo na cidade de São Paulo, a Bolsa brasileira terá seus pregões ocorrendo normalmente.

Entretanto, o Banco Central (BC) frisou que dia 12 de junho, sexta-feira, o mercado financeiro não atuará. Isso porque dia 11, uma quinta-feira, será feriado de Corpus Christi.

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Mais cedo, Covas tinha dito que bastava resolverem uma questão trabalhista de pagamento de descanso remunerado para poderem abrir. “Não há necessidade de excluir [o mercado do financeiro e os serviços bancários] do feriado”, declarou.

Dessa maneira, ele respondeu a uma carta encaminhada pela Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) que solicitava a permanência do segmento financeiro em atividade.

Por fim, o prefeito disse que o feriado prolongado é uma das últimas tentativas de manter o confinamento acima dos 56% atuais.

B3 negocia para funcionar durante feriado prolongado

Em comunicado aos investidores, ontem à noite a B3 revelou que estava dialogando com as autoridades de São Paulo para funcionar durante o feriado antecipado.

Aprovado ontem pela Câmara Municipal de SP, foi uma medida para aumentar a adesão à quarentena.

Dessa maneira, cidade de SP vai parar nos próximos seis dias.

De acordo com a nota emitida pela B3, o pedido para funcionar visa “minimizar os eventuais impactos negativos da legislação nos mercados financeiro e de capitais”.

Segundo o comunicado, atualmente o trabalho remoto chega a 95% e que várias medidas de contingência operação tem sido adotadas nos últimos 60 dias.

Dessa maneira, a B3 informa que “não há determinação de que sejam alteradas as liquidações previstas para esta quarta-feira (20), dos negócios ontem (18).

Por fim, a B3 aguarda a decisão dos governos municipal e estadual.

CNF se posiciona contra o feriado prolongado em SP

De acordo com carta divulgada na manhã desta terça-feira (19), dez entidades associadas à Confederação Nacional das Instituições Financeiras (CNF) são contra a feriado prolongado em SP.

Segundo o documento, as entidades estão empenhadas em “contribuir para a contenção da pandemia”.

Porém, afirmam que a decisão do governador João Doria (SP) foi recebida com “grande preocupação”.

De acordo com o comunicado, o decreto do feriado antecipado coincide com os pagamentos do auxílio emergencial do governo federal.

Dessa maneira, as entidades classificam o decreto como “intempestivo” e implica na paralisação de “milhões de transações”.

Por fim, a carta pede que governador levem em consideração as peculiaridades do sistema financeiro e excetue do decreto.

B3 fecha em alta

A B3 teve um dia de alta diante do adiamento da tramitação do PL que visava impor um teto às taxas de juros no cartão de crédito, informa o Valor.

O cenário interno e externo fez com que o Ibovespa recuperasse 81 mil pontos.

Por fim, a recuperação foi puxada por empresas ligadas à commodities e bancos.

Bolsa fecha com alta de 4,69% e dólar recua 2%, a R$ 5,72  

Socorro bilionário a elétricas adia reajuste na luz

Socorro bilionário a elétricas adia reajuste médio de 12% na luz.
Dessa maneira, o governo federal montou uma operação que vai permitir o setor elétrico tomar novos empréstimos para enfrentar a crise econômica.

O financiamento terá como garantia a conta de luz, mas os custos serão divididos entre consumidores e as empresas, informa o Estadão.

Até 5 mil empresas devem pedir recuperação judicial

Afetadas pela queda de atividade econômica, empresas pedem socorro à Justiça para evitar falência, informa O Globo.

Política

FNDE, com verba de R$ 54 bi, vai para o centrão

O PL, partido do centrão, emplacou nomeação para a diretoria do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Dessa maneira, a presidência do órgão, que conta com verba de R$ 54 bilhões, aguarda confirmação de nome indicado pelo PP.

Além disso, o controle do FNDE pelo PP é também o enfraquecimento político do ministro da Educação, Abraham Weintraub.

Saúde sem ministro

Vários de nomes de possíveis ministros da Saúde já foram indicados ao presidente Jair Bolsonaro.

Enfim, o presidente tem dito aos seus auxiliares que não tem pressa para escolher o novo ministro, Estadão.

Enquanto isso, o Brasil alcançou ontem a marca de terceiro país com maior número de casos de Covid-19, com 254.220 contaminados, atrás apenas dos EUA e da Rússia e à frente do Reino Unido.

Até agora, são 16.792 vítimas fatais.

Celso de Mello deve decidir até sexta sobre vídeo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) informou que vai assistir o vídeo e deve decidir sobre sua divulgação até sexta (22).

Em suma, o vídeo traz a polêmica reunião ministerial do dia 22 de abril.

A qual o ex-ministro da Justiça, Sergio Moro, afirma ter evidências da interferência do presidente na PF.

Collor pede desculpas por confisco da poupança

O ex-presidente Fernando Collor utilizou as redes sociais para se desculpar pelo confisco da poupança durante os eu governo.

A medida foi anunciada no dia 16 de março de 1990 para derrubar a inflação que, à época, era de 80% ao mês.

Por fim, acusado de corrupção, Collor deixou a presidência em dezembro de 1992.