B3 (B3SA3) faz acordo de R$ 7 mi com CVM; Telefônica (VIVT4) paga JCP

Regiane Medeiros
Economista formada pela UFSC. Produz conteúdo na área de mercado de capitais, finanças pessoais e atualidades.
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A B3 (B3SA3) confirmou nesta quinta-feira (17) que celebrou termo de compromisso com a CVM tendo em vista o entendimento da Superintendência de Mercado de que teria descumprido obrigações regulatórias.

O descumprimento se refere à apuração de limites de posição de derivativos quando detidas por grupos de investidores atuando em conjunto e pela não aplicação de medidas de desconcentração.

A comunicação foi um esclarecimento à notícia veiculada pela Agência Estado, sob o título “CVM aceita acordo no valor de R$ 7 milhões para encerrar processo envolvendo B3”.

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Segundo o comunicado, o descumprimento das obrigações se deu no período de maio de 2013 a janeiro de 2019.

A B3 informou que prontamente ofereceu plano de ação a fim de sanar eventuais irregularidades, plano esse que foi aceito pela Superintendência de Mercado e que está atualmente em vigor.

A celebração do termo de compromisso não implica assunção de culpa ou julgamento da conduta, informou a B3.

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Telefônica (VIVT4) pagará JCP

O conselho de administração da Telefônica (VIVT4) deliberou o crédito de Juros Sobre Capital Próprio (JSCP), relativo ao exercício social de 2020.

Assim sendo, foi aprovado o montante líquido de R$ 552,5 milhões em JCP.

O valor por ação ordinária, já descontado o Imposto de Renda na fonte, será de R$ 0,30683743517.

Já para os detentores de ações preferenciais da Companhia, será pago o valor de R$ 0,33752117869 por ação, já descontado o Imposto de Renda.

De acordo com a Telefônica, o crédito dos JSCP será realizado com base na posição acionária constante ao final do dia 28 de setembro de 2020. Após esta data as ações serão consideradas “ex-juros”.

O pagamento dos provento será realizado até o final do exercício social de 2021, devendo a data ser definida pela diretoria da Telefônica.

(CVCB3) homologa aumento de capital em R$ 301,7 mi

A (CVCB3) informou que o conselho de administração da Companhia aprovou ontem, 17, a homologação do aumento de capital, no valor total de R$ 301,74 milhões.

Desse modo, o referido aumento se deu por meio da emissão de 23,5 milhões de novas ações ordinárias ao preço de emissão de R$ 12,84 por ação.

Foram também atribuídos aos subscritores das novas ações 23,5 milhões de subscrição, na proporção de 1 bônus de subscrição para cada 1 ação subscrita, de modo que cada bônus de Subscrição confere ao seu titular o direito de subscrever 1,33 ação ordinária da Companhia.

Como resultado do aumento homologado, o capital social da Companhia passará de R$ 664.977.822,17, composto por 149.328.579 ações para R$ 966.717.822,17, composto por 172.828.579 ações ordinárias.

O início da negociação das novas ações na B3 ocorrerá a partir de 21 de setembro de 2020, inclusive.

Já os bônus de subscrição poderão ser negociados na B3 sob o código de negociação “CVCB11” a partir de 22 de setembro de 2020.