B3 (B3SA3): exercício sobre ações, units e cotas de ETF movimenta R$ 28 bilhões

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)
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Foto: ibovespa

O exercício de contratos de opções sobre Ações, Units e Cotas de ETF movimentou R$ 28.678.517.452,86, dos quais R$ 22.846.835.535,96 em opções de compra e R$ 5.831.681.916,90 em opções de venda.

A seguir, as opções que registraram o maior volume financeiro no exercício de hoje na B3:

  • PETR PN R$ 25,11 por ação movimentou R$ 818.450.406,00 em opções de compra;
  • VALEE ON R$ 70,04 por ação movimentou R$ 631.221.492,00 em opções de compra;
  • ABEVE /EJ ON R$ 16,48 por ação movimentou R$ 563.380.336,00 em opções de venda;
  • PETR PN R$ 26,11 por ação movimentou R$ 467.883.367,00 em opções de compra;
  • GNDI ON R$ 68,00 por ação movimentou R$ 408.000.000,00 em opções de compra.

B3: cotas do TREND CHINA começam a ser negociadas

Um novo fundo de investimento, TREND ETF MSCI CHINA FUNDO INVESTIMENTO DE ÍNDICE – INVESTIMENTO EXTERIOR, direcionado a investidores em geral, passa a ter suas cotas negociadas no mercado de bolsa nesta segunda-feira (21).

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Com nome de pregão TREND CHINA, e código de negociação XINA11, o lote-padrão é de 1 (uma) cota e a cotação será em R$ por unidade.

B3: primeiro ETF internacional atrelado a um índice da China

A B3 passou a negociar hoje (21) o quarto ETF internacional e primeiro atrelado a um índice chinês. O XINA11 tem como objetivo replicar o desempenho da carteira teórica de ativos do índice MSCI China.

O produto, desenvolvido pela XP Inc., tem suas cotas negociadas na B3 de forma semelhante às ações.

Porém, ao adquirir tais cotas, o investidor, indiretamente, passa a deter todos os ativos que compõem a carteira teórica do MSCI China.

Dessa forma, o XINA11 proporciona mais eficiência aos investidores que buscam diversificação no setor.

“Diversificação geográfica com exposição em ações asiáticas é o grande diferencial desse produto, que passa a fazer parte do leque de possibilidades disponíveis ao investidor na B3”, explica Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoas Físicas da bolsa brasileira.

O XINA11 oferece uma série de vantagens aos investidores, tais como liquidez, uma vez que pode ser negociado em bolsa.

Pode ser comprado e vendido como se fosse uma ação; diversificação, já que com apenas uma transação o ETF proporciona o investimento em uma carteira variada de ativos; e transparência, pois possui divulgação diária da composição da carteira do índice e formação de preço em bolsa.

Consórcio Via Central vence leilão da rodovia RSC-287

O consórcio Via Central, representado pelo grupo espanhol Sacyr, arrematou, em leilão organizado e conduzido pela B3, a concessão da RSC-287, entre Tabaí e Santa Maria.

Essa é a primeira rodovia estadual do Rio Grande do Sul concedida à iniciativa privada.

A vencedora, representada pela corretora Terra Investimentos, ofertou tarifa de pedágio de R$ 3,36, com deságio de 54,41% na comparação com a tarifa máxima estipulada no edital.

“Tivemos um grande sucesso nessa concessão, com deságio de 54% e uma substancial redução em relação ao que é praticado atualmente por uma empresa estatal de rodovias. Isso demonstra o acerto do governo em compreender que a parceria com o setor privado viabiliza investimentos e resulta em melhorias para a população”, disse o governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.

“Em um ano de incertezas, é muito positivo ver que os investimentos em infraestrutura estão caminhando. Cada leilão que ajudamos a viabilizar é um orgulho para a B3 porque sabemos que estamos contribuindo com a modernização e o crescimento do país”, destaca Daniel Sonder, Vice-presidente Financeiro, Corporativo e de Relações com Investidores da bolsa do Brasil.

O edital da RSC-287 prevê duplicação dos 204,5 quilômetros da rodovia, de Tabaí, passando por Venâncio Aires e Santa Cruz do Sul, até Santa Maria, nos dois sentidos de tráfego. O investimento privado será de R$ 2,7 bilhões pelo período de 30 anos.

ANTAQ e APPA realizam leilões em portos em AL, BA e PR

As proponentes TIMAC Agro Indústria, CS Brasil Transportes e Ascensus venceram na B3 os leilões de arrendamento das áreas MAC10, localizada no Porto Organizado de Maceió (AL), ATU12 e ATU18, localizadas no Porto Organizado de Aratu (BA), e PAR12, localizada no Porto de Paranaguá (PR), respectivamente.

O leilão das três primeiras áreas foi promovido pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ). Já o leilão da área localizada no Paraná foi organizado pela Administração dos Portos de Paranaguá e Antonina (APPA).

“Fechamos o ano em grande estilo. A assinatura das renovações de concessões das ferrovias da Vale e o arrendamento dos terminais portuários representam a confiança os investidores no nosso país. Serão esses investimentos que vão transformar nossa infraestrutura e movimentar nossa economia”, declarou o ministro da Infraestrutura, Tarcisio Gomes de Freitas.

O diretor-geral da ANTAQ, Eduardo Nery, falou sobre o sucesso do programa de arrendamentos portuários do governo federal: “hTivemos mais uma prova de que esse programa está dando certo. As áreas do Porto de Aratu e do Porto de Maceió são fundamentais para o setor, e a chegada de novos arrendatários dará um grande impulso de modernidade e eficiência para essas instalações”, destacou.

“Com a operação realizada pela iniciativa privada, o porto de Paranaguá ganha mais eficiência na movimentação de veículos. Além disso, as áreas que hoje são usadas para este tipo de operação poderão ser usadas para outros tipos de carga, melhorando a organização de todo o cais. O interesse do mercado mostra que é uma área atrativa e que o projeto é economicamente viável. O leilão significa mais investimentos e melhorias na cadeia logística deste segmento”, destaca o governador do Estado, Carlos Massa Rainho Júnior.

“A nossa equipe na Portos do Paraná já trabalha com outras quatro áreas para arrendamento. Em breve, devem ser lançados os editais para uma área de granel líquido, uma para granel sólido importação e duas de granel sólido para exportação. Com isso, esperamos investimentos de R$ 1,3 bilhões e aumento na movimentação – que já foi recorde em 2020”, adianta o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.

“Realizar estes leilões e assessorar o setor público nos dá muito orgulho. Agradecemos ao Ministério da Infraestrutura, à ANTAQ e à APPA por nos escolherem como parceiros para estes arrendamentos, tão essenciais para o desenvolvimento dos nossos portos e para tornar nosso país cada vez mais competitivo no cenário global”, destacou Daniel Sonder, Vice-presidente Financeiro, Corporativo e de Relações com Investidores da B3.

Resultado

Porto Organizado de Maceió (Antaq)

A TIMAC Agro Indústria, representada pela corretora Bradesco, venceu o leilão do lote MAC10, localizada no Porto Organizado de Maceió (AL), área destinada à movimentação, distribuição e armazenagem de granéis líquidos, especialmente ácido sulfúrico, com uma proposta de R$ 50.000,00. O prazo de arrendamento é de 25 anos e a área leiloada tem 7.932 m².

Porto Organizado de Aratu (Antaq)

A CS Brasil Transportes, representada pela corretora Necton, venceu o leilão de duas áreas. A primeira foi ATU12, localizada no Porto Organizado de Aratu (BA), destinada à movimentação e armazenagem de granéis sólidos minerais, com uma proposta de R$ 10.000.000,00 O prazo do contrato do arrendamento é de 25 anos e a área do terminal tem 154.916 m².

A segunda área foi a ATU18, também no Porto Organizado de Aratu, com uma proposta de R$ 52.500.000,00. O prazo de arrendamento é de 15 anos e a área do terminal tem 51.562 m².

Porto de Paranaguá (APPA)
A Ascensus, representada pela corretora Itaú, venceu o leilão do lote PAR12, localizado no Porto de Paranaguá (PR), destinado à movimentação e armazenagem de veículos, com uma proposta de R$ 25.000.000,00, maior valor de outorga. O contrato é de 25 anos e a área tem mais de 74 mil metros quadrados e um pátio com capacidade para 4 mil vagas.

 

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