B3 (B3SA3): cotas do FII RIOB RR começam a ser negociadas

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)

Crédito: Divulgação

Um novo fundo de investimento, Rio Bravo Renda Residencial Fundo de Investimento Imobiliário, direcionado a investidores profissionais, passa a ter suas cotas negociadas na B3 (B3SA3) nesta terça-feira (22).

As informações são da B3 (B3SA3).

Com nome de pregão FII RIOB RR e código de negociação RBRS11, o lote-padrão é de uma cota e a cotação será em R$ por unidade.

Participe do maior evento de investimentos da América Latina

Na 1ª emissão de cotas encerrada em 16/09/2020, foram subscritas e integralizadas 1.044.643 cotas, ao preço de R$ 100,00 por cota, com o Valor Total da Oferta de R$ 104.464.300,00.

B3 aprova JCP de R$ 0,1256 e dividendos de R$ 0,6483 por ação

A B3 aprovou nesta segunda-feira (21) o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP) no valor de R$ 302 milhões.

Segundo a Companhia, isso equivale ao valor líquido de R$ 0,12561800 por ação, já deduzido o Imposto de Renda de 15%.

Além disso, a B3 aprovou a distribuição de dividendos, referentes ao 1º e 2º trimestres do exercício social de 2020.

Serão distribuídos, aproximadamente, R$1,33 bilhões em dividendos, com valor de R$ 0,648368753 por ação.

Os pagamentos serão realizados em 07 de outubro de 2020.

Para ter direito aos proventos o acionista precisa ter posição acionária em 24 de setembro de 2020.

B3: diminuição no lote mínimo de negociação de BDRs e ETFs

A B3 (B3SA3) anunciou na última quinta-feira (17) que vai reduzir os lotes padrões de BDRs e ETFs de renda variável a partir de 28 de setembro.

A mudança deve atrair investimentos de pessoas físicas, público que tem crescido na bolsa.

A alteração vai afetar a quantidade mínima de BDRs do tipo não patrocinado nível 1, ETFs de renda variável e opções sobre ETFs de renda variável, indo de 10 para 1 unidade.

BDRs patrocinados nível 2 ou 3 também diminuem ao passar de 100 unidades para apenas uma.

De acordo com Felipe Paiva, diretor de Relacionamento com Clientes da B3, essa era uma das alterações aguardadas para o mercado de BDRs.

“Associada à constante revisão da paridade dos programas, [a alteração] cria melhores condições de acesso aos investidores pessoas físicas nas ações internacionais e, consequentemente, dos investidores institucionais. É mais um importante passo para impulsionar a liquidez e volumes do produto”, comentou.

As mudanças para BDR são relevantes para o momento que o mercado de capitais se encontra. Conforme o comunicado, a CVM ainda está para aprovar o regulamento e manual do emissor da B3 para disponibilizar o produto ao investidor pessoa física.

Liberação do BDR

A CVM mudou a regra de acesso aos BDRs para incluir o investidor pessoa física no início no dia 11 de agosto.

A nova regra entrou em vigor o primeiro dia de setembro, mas o produto só será disponibilizado após a validação da autarquia pela CVM.

“Sempre em parceria com a CVM e com o mercado trabalhamos de forma bastante cuidadosa para que todos esses passos fossem dados. Nossa expectativa é que no mês de outubro as pessoas físicas possam efetivamente investir em ações internacionais”, afirma Mario Palhares, diretor de Produtos Listados da B3.

Por fim, as alterações e novas regras dão espaço para o desenvolvimento do mercado de ETFs no Brasil. A CVM aprovou ETFs estrangeiros e títulos de dívida lastros dos BDRs.

De acordo com Paiva, “essas alterações são uma excelente oportunidade para ampliar as alternativas de investimentos no país e fortalecer, ainda mais, o mercado financeiro e de capitais brasileiro”.

B3 (B3SA3): por que o mercado está otimista com a bolsa?

Selic não deve ser alterada até meados de 2021, avaliam analistas