B3 (B3SA3): cotas do FII LOFT II começam a ser negociadas

Marcello Sigwalt
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Crédito: Divulgação

O LOFT II Fundo de Investimento Imobiliário passou a ter suas cotas classe A negociadas, nesta segunda (27), na B3 (B3SA3).

O novo fundo imobiliário recebeu o nome de pregão FII LOFT II e código de negociação LFTT11.

O lote-padrão é de uma cota e a cotação será em R$ por unidade.

Subscrição rendeu R$ 200 mi

Na primeira emissão, em 15 de julho deste ano, foram subscritos 2 milhões de cotas, ao preço de R$ 100,00, o que resultou no montante de R$ 200 milhões.

O principal objetivo do fundo é a valorização de suas cotas, por meio da aplicação de recursos do fundo em determinados ativos, tendo em vista investir em imóveis-alvo.

Uma vez valorizados, esses imóveis-alvo poderão ser vendidos diretamente ou por sociedades imobiliárias, de acordo com o que estabelece o artigo 4.15.4 que regulamenta os fundos.

Assina o informe sobre o lançamento das cotas, o administrador do FII LOFT II, a Modal Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda.

FII GALAPAGO na B3

A B3 (B3SA3) passou a negociar desde a última segunda-feira (20) o fundo de investimentos, o Galapagos Fundo de Fundos, direcionado a investidores qualificados.

O novo fundo de investimentos leva o nome de pregão FII GALAPAGO e recebe o código de negociação GCFF11.

O lote-padrão é de uma cota e a cotação será em R$ por unidade, como de praxe.

A primeira emissão de cotas foi encerrada em 13 de junho de 2020, quando foram subscritas 80.430 cotas, ao preço de R$ 100,00 cada.

Assim, o valor total da oferta ficou em R$ 8.043.000,00.

As negociações passam a ser na bolsa administrada pela B3.

Objetivo do Galapago

O FII Galapago é administrado e será representado pela BTG Pactual.

A gestão é da Galapagos Capital Investimentos.

O objeto é aplicar, primordialmente, em cotas de outros fundos de investimento imobiliário, em ativos como certificados de recebíveis imobiliários; letras hipotecárias; letras de crédito imobiliário (LCI); letras imobiliárias garantidas (LIG); e outros ativos financeiros, títulos e valores mobiliários.

“Excepcionalmente, o FII Galapago poderá deter a titularidade de bens imóveis que estejam localizados em todo o território
nacional, bem como direitos reais, em decorrência de liquidação ou de procedimentos de cobrança”, explica.

Após um ano, o fundo deverá manter, ao final de cada dia útil, mais de 50% de seu patrimônio líquido aplicado em Cotas de FII.

A empresa

A Galapagos Capital fundada em 2019 por um grupo de executivos liderado por Carlos Fonseca, ex-sócio dos bancos BTG Pactual e C6, e tem escritórios em São Paulo e Miami.

“Nosso diferencial é o conjunto de talentos que atua de forma dinâmica e complementar, com habilidade para estruturar e gerir recursos globalmente”, diz a empresa, em seu site.