Azul (AZUL4) e Itaú BBA fazem acordo com CVM; JHSF3 emitirá debêntures

Marcia Furlan
Jornalista com mais de 30 anos de experiência. Trabalhou na Editora Abril e Agência Estado, do Grupo Estado, como repórter e editora de Economia, Política, Negócios e Mercado de Capitais. Possui MBA em Mercado de Derivativos pela FIA.
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Crédito: Reprodução/Wikipedia

A Azul fechou acordo de R$ 1,3 bilhão com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para encerrar um processo que apurava a veiculação de informações relacionadas à oferta pública de distribuição primária e secundária de ações da Azul. O processo teve origem na reclamação de um investidor sobre a divulgação de informações sigilosas relacionadas às projeções para a demanda e a precificação das ações.

O acordo envolve também o Itaú BBA e quatro executivos das duas companhias. A Azul e o banco pagarão R$ 400 milhões cada. John Peter Rodgerson e David Gary Neeleman, da Azul, pagarão R$ 200 milhões cada. Roderick Sinclair Greenlees e Eduardo Ferreira Guimarães, do Itaú, pagarão R$ 50.000,00 cada.

JHSF (JHSF3) fará emissão de R$ 300 mi em debêntures

A JHSF aprovou a emissão de debentures no valor total de R$ 300 milhões pelo prazo de até 6 anos. Os títulos serão utilizados para lastrear emissão de Certificados de Recebíveis Imobiliários (“CRIs”), cuja liquidação deverá ocorrer nos próximos dias, havendo garantia firme de subscrição para a totalidade dos CRI.

A empresa ressaltou que haverá uma redução do custo médio ponderado da dívida, o que significará uma economia de spread de R$ 6 milhões/ano e alongamento do prazo médio, sem impacto no endividamento líquido.

Taesa (TAEE11) comunica redução de participação acionária

A Blackrock reduziu de 5,03% para 4,99% sua participação no total de ações preferenciais da Taesa, o que representa 22.106.772 milhões de papéis. A Blackrock ainda tem uma participação de 1,89% das ações ordinárias.

BrasilAgro (AGRO3) eleva valor de financiamento

A BrasilAgro alterou de R$ 110 milhões para R$ 115 milhões o financiamento a ser contratado com o Banco do Brasil (cédula de produto rural) e aprovado pela companhia em dezembro. O financiamento tem um prazo de dois anos e taxa de juros de 6,3% ao ano, com custo de administração 0,5%. A empresa aprovou ainda “Plano de Gestão de Crise”, para fazer frente à pandemia da Covid-19.