Azul (AZUL4) precifica oferta no exterior de US$ 600 milhões em Notes

Marco Antônio Lopes
Editor. Jornalista desde 1992, trabalhou na revista Playboy, abril.com, revista Homem Vogue, Grandes Guerras, Universo Masculino, jornal Meia Hora (SP e RJ) e no portal R7 (editor em Internacional, Home, Entretenimento, Esportes e Hora 7). Colaborador nas revistas Superinteressante, Nova, Placar e Quatro Rodas. Autor do livro Bruce Lee Definitivo (editora Conrad)
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Crédito: Reprodução/Wikipedia

A Azul (AZUL4) informou que sua controlada, Azul Investments, precificou a oferta no exterior no valor total de US$ 600 milhões em Senior Notes, com vencimento em 2026 e remuneração de 7,250% por ano.

A oferta é destinada à colocação no mercado internacional. “A Azul Investments acredita que emitirá as Notes em 15 de junho de 2021”, detalha a companhia, em nota.

“As Notes não podem ser oferecidas ou vendidas no Brasil, exceto em circunstâncias que não constituam uma oferta pública ou distribuição de acordo com as leis e regulamentos brasileiros”, complementa a Azul, no comunicado divulgado nesta quinta (10).

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Unipar (UNIP6) converte ações preferenciais PNA em PNB

A Unipar (UNIP6) informou que foram convertidas 90.610 ações preferenciais classe A em igual número de ações preferenciais classe B. As conversões modificaram a composição do capital social, como mostram as tabelas a seguir:

Sequoia (SEQL3) aprova aumento de capital

A Sequoia (SEQL3) aprovou aumento de capital após exercícios de opções de compra de ações, por subscrição particular. O aumento será feito com a emissão de 830.699 ações ordinárias, ao preço atualizado de R$ 2,16660 por ação, fixado de acordo com o Primeiro Plano.

Com a aprovação, o capital social da companhia passará dos atuais R$ 649.740.933,86 para R$ 651.540.726,31, dividido em 138.364.247 ações ordinárias.

Copel (CPLE6): Fitch eleva rating para AAA(bra)

A Copel (CPLE6) comunica que a agência de risco Fitch elevou de ‘AA+(bra)’ para ‘AAA(bra)’ o rating nacional de longo prazo da companhia, suas subsidiárias integrais Copel GeT e Copel Dis, além de de suas respectivas emissões de debêntures.

Ao mesmo tempo, a perspectiva dos ratings corporativos foi revisada para estável.

A nota de crédito ‘AAA(bra) é a mais alta na escala da Fitch e o maior rating da história da Copel. A elevação dos ratings considera a melhora da performance operacional do grupo e a expectativa de manutenção de seu perfil financeiro, com alavancagem financeira líquida ajustada inferior a 2,5 vezes.

Foi levado em conta, segundo a Copel, o perfil de crédito do grupo, “que se beneficia da atuação como empresa integrada, com importantes ativos de geração, transmissão e distribuição de energia”. Os ativos contribuem para a diluição de potenciais riscos operacionais e regulatórios dentro de um setor que apresenta risco baixo a moderado.

De acordo com o relatório da Fitch, alguns dos pontos chave destacados são:

Risco Hidrológico Gerenciável: a Fitch destaca que a Copel GeT está preparada para o aumento no risco hidrológico;

Ganhos de Eficiência na Distribuição: a rentabilidade das operações vem aumentando de forma consistente, medida pela relação entre o EBITDA e a base de ativos remunerados;

Recomposição da Base de Ativos de Geração: a aquisição do complexo eólico Vilasdeverá incrementar o EBITDA do grupo a partir de 2022 e reduzir, em parte, a exposição ao risco hidrológico.

A companhia diz que a elevação da nota de crédito e o atingimento da nota máxima do rating é “mais uma conquista relevante na agenda estratégica e se soma aos avanços recentes na governança, como a criação do comitê de investimentos e inovação, do comitê de desenvolvimento sustentável, o aumento da representatividade dos minoritários no Conselho de Administração, o Programa de UNITs, a nova Política de Dividendos e a Política de Investimentos.”