Assaí (ASAI3) vai entrar na distribuição direta para empresas; Amec critica Vale (VALE3)

Felipe Moreira
Editor na EuQueroInvestir, cobre temas que vão desde o mercado de ações ao ambiente econômico nacional e internacional.
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Crédito: Divulgação

A rede Assaí (ASAI3) vai entrar no mercado de atacado de distribuição entre o segundo semestre e o começo de 2022.

Além disso, a companhia passará a vender on-line para empresas.

Atualmente, o Assaí atua no modelo de atacarejo, vendendo a consumidores e também a companhias, como bares, restaurantes e hotéis.

Lucro cresce quase 60% no 4TRI

O Assaí registrou lucro líquido de R$ 299 milhões no quarto trimestre de 2020, crescimento de 59,9% na comparação anual.

Conforme a companhia, o desempenho foi resultado da melhor performance operacional da empresa.

No ano, o lucro líquido somou R$ 1,003 bilhão, um aumento de 31,9% na comparação com 2019.

Amec critica mudanças nas eleições do conselho proposta pela Vale (VALE3)

O uso inadvertido do ‘voto contrário’ no País traz os riscos do mercado de capitais, como o veto a indicação de acionistas minoritários, na visão da Associação dos Investidores no Mercado de Capitais (Amec). Os impactos do mecanismo, que pretende ser implementado pela Vale (VALE3), vão além da companhia e ensejam maior discussão sobre o assunto. As informações são do Valor.

A proposta da Vale modifica o processo eleitoral de novos conselheiros. A proposta da mineradora é que o colegiado, em vez de ser eleito por chapa, seja escolhido pela votação individual em candidatos, que poderão receber votos favoráveis ou contrários.

Caixa contrata bancos para vender fatia do Banco Pan (BPAN4)

A Caixa enviou pedidos de proposta aos bancos para se desfazer de sua fatia no Banco Pan. A Caixa vai bater o martelo na próxima semana, conforme informou o Valor.

A Caixa vendeu as ações preferenciais em um follow-on em agosto e tem hoje 49,2% das ordinárias. Na atual cotação, a participação vale aproximadamente R$ 4 bilhões.

5G divide Tim (TIMS3), Telefônica (VIVT4) e Claro

Tim (TIMS3), Telefônica (VIVT4) e Claro divergem com relação à forma de implantação de redes 5G no País. Claro e Vivo desejam mais prazo para adotar redes de 5G “puras”, no padrão conhecido como “standalone”, segundo reportagem do Valor.

O padrão está previsto no edital do leilão 5G, o modelo pressupõe a instalação de uma rede dedicada aos serviços de quinta geração, independente da infraestrutura 3G e 4G em operação.

Enquanto a TIM deseja que seja seguido um cronograma no qual as primeiras obrigações relativas à cobertura do serviço, dentro do padrão standalone, teriam de ser atendidas até o fim de 2022.