As notícias que prometem agitar sua terça-feira

Carlos Henrique de S. e Silva
Carlos Henrique é especialista de investimentos certificado pelo CEA® e PQO®. Em sua trajetória esteve em grande instituições como o Banco Volkswagen, XP Investimentos e Banco Itaú. Atua como assessor de investimentos e paralelamente como redator do site EuQueroInvestir.com.
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Crédito: General Secretary Xi Jinping Greets State Secretary Tillerson

Nessa terça: o acordo EUA-China e o pessimismo chinês, o dólar dispara, a previdência dos estados e municípios e os vizinhos da América Latina.

 

O pessimismo chinês com o acordo EUA-China inundou os mercados globais e, entre os afogados, o Ibovespa fechou essa segunda em queda de 0,27% enquanto o dólar atingiu maior patamar da história.

E ainda: previdência dos estados e municípios e nossos vizinhos latinos.

Aqui está tudo que você precisa saber para estar bem informado nessa terça-feira.

O urso está à solta?

O Ibovespa caiu e a cotação do dólar atingiu o maior patamar da história brasileira.

O principal índice acionário fechou essa segunda-feira com 0,27% negativo, enquanto o dólar atingiu o maior patamar da história: R$4,207.

Desse modo, refletindo o pessimismo vindo do EUA-China, vizinhos latinos e incertezas internas.

A PEC paralela da Reforma

Ainda no âmbito local, há expectativa do governo pela votação da PEC paralela da Reforma da Previdência.

Essa PEC será votada amanhã no Senado e passou em 1º turno em 6 novembro.

A expectativa é incluir estados e municípios na reforma de modo a dar maior autonomia no remanejamento da previdência social de servidores.

Desse modo, o governo pretende aumentar a economia gerada pela Reforma da Previdência.

O pessimismo chinês

A fase 1 do acordo com os EUA não está tão fácil quanto o esperado pela visão do governo chinês.

Os acordos entre as duas maiores potencias globais apresentam dificuldades, principalmente no convencimento do presidente americano Donald Trump a adiar novas tarifas.

Além disso, Trump se encontrou com Jerome Powell, presidente do Federal Reserve, para discutir o cenário macroeconômico.

O encontro foi bem visto por analistas uma vez que Trump tem criticado as políticas de juros do Fed.

A grama do vizinho

A maior saída de capital da bolsa veio dos investidores estrangeiros.

Em suma, o gringo vê a America Latina como “laranjas em uma cesta”: quando uma apodrece, as demais estão condenadas ao mesmo fato.

As convulsões na Bolívia, Venezuela e Chile estão espantando os investidores da região.

Contudo, sinalizações de um acordo suprapartidário no Chile para votar uma nova constituição podem acalmar os ânimos.

A cautela será bem vinda nessa terça-feira.

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