Argentina e a reestruturação da dívida com o FMI

Angélica Weise
Jornalista formada pela UNISC e com Mestrado pela UFSM. Escreve sobre tecnologia, política, criptomoedas e atualidades.
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Crédito: Divulgação

Uma história que dura mais de 60 anos. Assim podemos falar da relação da Argentina e do Fundo Monetário Internacional (FMI). É que nos últimos 62 anos, a história econômica do país foi marcada pelas idas e vindas da agência de crédito. Afinal é necessário reestruturar mais de US$ 100 bilhões em dívida com credores.

Essa semana ambos finalmente se sentaram à mesma mesa. O objetivo de Alberto Fernández, presidente da Argentina é negociar mais de US$ 320 bilhões em dívida total e resgatar uma economia que deve encolher pelo terceiro ano consecutivo. Somente em 2018, a Argentina obteve o maior empréstimo concedido pelo FMI, de 57 bilhões de dólares.

O Ministério da Economia quer que o FMI esteja do seu lado para adiar o pagamento da dívida por tempo suficiente para permitir que a economia saia da recessão e melhorar sua capacidade de pagamento.

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A última visita oficial do Fundo Monetário Internacional ocorreu nas eleições anteriores da PASO em agosto de 2019.

Além da negociação da dívida, muita coisa está jogo, afinal Alberto Fernández prometeu aos eleitores que recuperaria uma economia que sofre com a inflação de 54% e alta taxa de desemprego.