Após chuvas em Belo Horizonte, governo disponibiliza R$ 90 milhões para as regiões afetadas

Juliana Gusmão
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Crédito: Reprodução/TV Globo

Segundo informações do ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, o Governo Federal possui R$ 90 milhões disponíveis para liberação imediata aos municípios de Minas Gerais que foram afetados pela chuva desde 17 de abril.

No ultimo domingo, o ministro compareceu à Belo Horizonte, onde participou de uma reunião com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e com prefeitos de cidades atingidas.

Segundo ele, existe a possibilidade de aumentar os recursos com remanejamento orçamentário.

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Além disso, técnicos do ministério já estão trabalhando junto às prefeituras municipais.

Dessa forma, o objetivo é capacitar e ajudar os municípios na solicitação formal dos recursos emergenciais.

“É essencial preparar as cidades”, informou o ministro durante entrevista coletiva em Belo Horizonte.

Concomitante a isso, ele informou que o objetivo “é não deixar que os papéis atrapalhem neste momento”.

Nesse ínterim, o governo vai publicar ato onde reconhecerá a situação dos municípios para a liberação dos recursos.

Além de receberem recursos emergenciais, Canuto explicou que o pagamento do bolsa família será antecipado para as famílias atingidas que estão inscritas no programa.

Da mesma forma, os moradores afetados também poderão fazer saques no Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

Além disso, buscando atender ainda mais a população, o ministério da Saúde já  está distribuindo medicamentos e identificando hospitais do SUS para atendimento aos necessitados.

Apoio

“A quantidade de chuvas [que caiu em Minas] foi a maior da história desde que se iniciou a medição”, relatou o governador Romeu Zema. Ele informou que vai precisar de apoio federal para ações emergenciais e, após as chuvas, recursos para reconstrução das áreas afetadas.

Segundo Zema, que sobrevoou a região, os pontos mais atingidos são os que têm ocupação desordenadas e acrescentou que algumas pessoas vivem em “verdadeiros despenhadeiros”.

Ele também declarou que a solução do problema é demorada, assim como um “plano habitacional”.