Após Belorizontina, a cerveja Capixaba também é tida como contaminada

Weslley Almerindo
Colaborador do Torcedores
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Crédito: Reprodução/Peter Kraayvanger/Pixabay

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento confirmou a presença de dietilenoglicol na cerveja Capixaba, produzida pela Cervejaria Backer, a mesma produtora da Belorizontina.

Além disso, o órgão determinou que todas as marcas de cerveja da Backer fossem recolhidas, por também conterem a substância.

Pronunciamento do Ministério da Agricultura

Através de uma nota oficial, o Mapa declarou que “as análises exploratórias, realizadas pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária nas amostras dos produtos Belorizontina e Capixaba, confirmaram a presença dos contaminantes monoetilenoglicol e dietilenoglicol“.

Além disso, o órgão federal decretou o fechamento cautelar de uma unidade da Cervejaria Backer localizada em Belo Horizonte (MG), a unidade Três Lobos.

Aproximadamente 139 mil litros de cerveja engarrafada e 8.480 litros de chope foram apreendidos pelo ministério.

O Mapa informou, ainda, que “segue atuando nas investigações e tomando medidas para mitigar o risco apresentado pelas cervejas contaminadas pelas moléculas de dietilenoglicol e monoetilenoglicol”.

Posicionamento da Cervejaria Backer

Em seu site oficial, a Cervejaria Becker informou que utiliza exclusivamente o monoetilenoglicol em seu processo produtivo, reiterando que não faz a compra da outra substância mencionada.

Sobre as investigações, a empresa diz que continua colaborando com ela sem nenhum tipo de restrição, sendo que, inclusive, solicitou uma perícia independente na semana passada e aguarda os resultados.


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