Apoio à PEC paralela não deve ser fácil, prevê Rodrigo Maia

Paulo Amaral
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Crédito: Divulgação

Rodrigo Maia, presidente da Câmara dos Deputados, tem enxergado com pessimismo a possibilidade de conseguir apoio à chamada PEC paralela, que inclui Estados e municípios na reforma da Previdência.

Segundo Maia, desde o início da tramitação da reforma, senadores dos partidos ligados aos governadores do Nordeste do Brasil não votaram pela inclusão.

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O Senado aprovou a proposta por 53 votos contra 7 contrários e, agora, espera a decisão da Câmara, onde a resistência deverá ser bem maior.

A proposição foi negociada com uma emenda flexibilizando as regras de transição para a aposentadoria e com a retirada do trecho que previa a abrangência da medida aos Estados e municípios.

A PEC paralela, agora, precisa ser aprovada pela CCJ (Comissão de Constituição, Cidadania e Justiça) da Câmara, mas ainda não tem data para ser pautada.

O presidente da Câmara também comentou, com pessimismo, sobre a possibilidade de aprovação da proposta que visa à unificação da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) com o Programa de Integração Social (PIS). “Não é simples”, resumiu.