Apenas 4 setores se recuperam das perdas; veja outras notícias

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 7 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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A crise derivada da pandemia do novo coronavírus impactou diretamente vários setores da economia, mas alguns setores têm se saído melhor do que outros. Segundo levantamento realizado pelo Itaú, somente 4 dos 14 setores analisados superaram a guinada provocada pela pandemia. As informações são do Estadão.

De acordo com o estudo, somente o agronegócios, algumas áreas da construção civil, o setor de alimentos e tecnologia registram atualmente demanda acima ou próxima das observadas antes da pandemia.

Mas os setores de vestuário e de eletroeletrônicos tentam ensaiar recuperação. Isso porque a demanda para esses segmentos retornaram antes do previsto, influenciada principalmente pelos recursos do auxílio emergencial.

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As empresas estavam com estoques baixos e possibilidade limitada de reação, já que naquele momento operavam com aproximadamente metade da capacidade.

O agronegócio puxa a recuperação. Seguido da indústria e varejo de alimentos para consumo em casa.

Outro setor que chamou a atenção foi o de construção civil, com uma recuperação puxada principalmente pela demanda habitacional, tanto em venda de imóveis novos quanto na reforma dos imóveis antigos.

 

Comércio entre Brasil e EUA cai ao menor patamar em 11 anos

No acumulado de janeiro a setembro de 2020, o comércio entre brasileiros e americanos totalizou US$ 33,4 bilhões, um recuo 25% na comparação com 2019, o menor nível desde 2009, conforme reportagem do Valor.

Os dados apontam para um déficit no comércio bilateral neste ano que deve ser o maior dos cinco ou seis anos, conforme informações do “Monitor do Comércio Brasil-EUA”, divulgado pela Câmara Americana de Comércio (Amcham Brasil).

Mesmo assim, os EUA são o segundo maior parceiro comercial do Brasil, com fatia de 9,7% das exportações e 12,3% da corrente de comércio brasileiras.

Brasil bate recorde de fusões e aquisições em agosto

O Brasil registrou 112 operações de fusões e aquisições, um aumento 65% na comparação com igual período de 2019, quando houve 68 transações. De acordo com a consultoria PwC Brasil, foi o melhor desempenho para o mês em quase duas décadas.

E-commerce antecipa 2 anos em investimentos

As medidas restritivas impostas pela pandemia fizeram as vendas online dispararem. Com isso, a gigante do e-commerce, B2W, está antecipando em quase dois anos investimentos em logística previstos no plano estratégico divulgado no final do ano passado.

Em outubro, a B2W inaugura três grandes centros de distribuição no Norte e Nordeste: Belém (PA), Fortaleza (CE) e Salvador (BA). No final do ano, começa a operar em Brasília a quarta nova central.

Projeto pode facilitar privatização dos Correios

O Congresso deve receber nos próximos dias um projeto de lei, elaborado pelo Executivo, que altera um artigo da Constituição que trata de serviços postais. A mudança é considerada um facilitador para se encaminhar a privatização dos Correios, ao definir o conceito de serviço postal universal. O governo quer vender a estatal até meados de 2021, informa o Globo.

Banco Mundial financiará compra de vacina a países em desenvolvimento

O Banco Mundial informou nessa terça-feira (13) que aprovou US$ 12 bilhões em novos fundos para países em desenvolvimento com o objetivo de financiar a compra e distribuição de vacinas para covid-19, conforme reportagem da Agência Brasil.

Atualização Covid-19

O Brasil teve, nas últimas 24 horas, outros 309 óbitos confirmados por Covid-19, elevando o total de vítimas a 150.998 mortos. Os novos casos positivados foram 10.220, de um total de 5.113.628.