Ano de 2020 deve ter muitas fusões bancárias, prevê estrategista financeiro

Cláudia Zucare Boscoli
Jornalista formada pela Cásper Líbero, com pós-graduação em Jornalismo Econômico pela PUC-SP, especialização em Marketing Digital pela FGV e extensão em Jornalismo Social pela Universidade de Navarra (Espanha), com passagens por IstoÉ Online, Diário de S. Paulo, O Estado de S. Paulo e Editora Abril.

Crédito: Reprodução/Pixabay

O ano de 2020 poderá ser o maior para as fusões bancárias desde 1998. Esta é a opinião de Dick Bove, estrategista financeiro chefe da Odeon Capital. Ele afirmou, em entrevista à CNN Business, que as baixas taxas de juros e a concorrência das instituições gigantes para depósitos e empréstimos possivelmente farão com que os bancos regionais se unam para competir com os rivais maiores.

Em 1998, a Wells Fargo (WFC) comprou a Norwest, o Nations Bank adquiriu o Bank of America (BAC); e Citibank e Travelers se fundiram para formar o Citigroup (C).

“Os bancos estão ficando sem os benefícios que impulsionaram o forte ganho na última década”, disse.