Ânima (ANIM3) e Bahema Educação (BAHI3) têm negociação aprovada pelo CADE

Fernando Augusto Lopes
Redator e editor
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Crédito: Divulgação / site

A Ânima (ANIM3) comunicou nesta quinta-feira (29) que o contrato de venda para a Bahema (BAHI3) das Escolas Internacionais de Florianópolis e de Blumenau e do Colégio Tupy, em Joinville, foi aprovado, sem restrições, pela Superintendência-Geral do CADE (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).

Conforme norma vigente, após a publicação do ato, terá início a contagem do prazo de 15 dias para que referida decisão transite em julgado, se tornando, assim, uma decisão definitiva, não cabendo mais recurso.

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O preço de venda foi de R$ 36,4 milhões, que consideram um valor fixo mínimo de R$ 30 milhões e um earn out estimado no cenário base de R$ 6,4 milhões.

O valor fixo será pago em duas parcelas, sendo R$ 18 milhões no fechamento. Já o restante será pago até maio de 2022. Os earn outs serão pagos em 2022, 2023 e 2024, conforme o resultado operacional das escolas.

Dimed (PNVL3) informa fim do prazo para Exercício do Direito de Recesso

A Dimed (PNVL3 PNVL4) informou o término do prazo para exercício do direito de recesso.

“Encerrou-se no dia 26 de julho de 2021 o prazo para os acionistas preferencialistas exercerem o direito de recesso da deliberação em assembleia geral especial de acionistas preferencialistas, realizada em 24 de maio de 2021, que aprovou a conversão das ações preferenciais de emissão da Companhia em ações ordinárias”, disse a empresa, em comunicado ao mercado.

Segundo a Dimed, não foi exercido direito de recesso por qualquer titular de ações preferenciais e, consequentemente, não houve pagamento de valor de reembolso

A data-base da conversão será o dia 3 de agosto de 2021 sendo que a negociação das preferenciais poderão ser negociadas até o dia 3 de agosto de 2021. A partir do dia 4 de agosto de 2021, as ações preferenciais da Dimed deixarão de ser negociadas.

Aura (AURA33) anuncia reinício das operações em Honduras

A Aura Minerals (AURA33) anunciou hoje que as operações em sua mina de ouro San Andres, em Honduras, foram retomadas.

As operação haviam sido “ilegalmente interrompidas por um pequeno grupo de indivíduos”, em 8 de julho de 2021.

“A Aura espera que a interrupção tenha impacto limitado em sua projeção de produção consolidada para 2021, afetando mais significativamente a extremidade superior da projeção de produção de 2021 para sua operação de Honduras”, explicou a empresa.

A mineradora ainda ressaltou que publicará projeções atualizadas para cada uma de suas unidades de negócios referente ao ano de 2021. Rodrigo Barbosa, Presidente & CEO da empresa comemorou a retomada: “é com satisfação que anunciamos o reinício das operações em Honduras, resultado de um diálogo pacífico entre as partes”.

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