Anfavea diz que prazo de 10 anos para fim de carros a combustão no Brasil é inviável

Paulo Amaral
Jornalismo é meu sobrenome: 20 anos de estrada, com passagens por grandes veículos da mídia nacional: Portal R7, UOL Carros, HuffPost Brasil, Gazeta Esportiva.com, Agora São Paulo, PSN.com e Editora Escala, entre outros.

Crédito: Reprodução/Metrópoles

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado estipulou em 10 anos o prazo para que o Brasil interrompa a venda de carros movidos a gasolina ou a diesel, endossando o projeto de lei do senador Ciro Nogueira (PP-PI).

De acordo com o texto, a venda de carros a combustão seria proibida no País a partir de 1 de janeiro de 2030, e a circulação desses veículos estaria banida a partir de 2040.

Em nota enviada para o Estadão/Broadcast, a assessoria de imprensa da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), repudiou completamente o projeto de lei e a determinaç!ao aprovada pela CCJ.

A associação argumentou que o prazo de 10 anos é muito curto e que, antes de efetivamente implantarem a proibição dos carros movidos a gasolina e a diesel é necessário um amplo debate para saber se a matriz energética brasileira daria conta de uma frota formada basicamente por veículos elétricos.

A nota enviada pela Anfavea lembrou ainda que o Congresso aprovou recentemente o programa de governo Rota 2030, que prevê que metas de eficiência e emissões até 2034.


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