Segundo a Aneel, incentivo a fontes de energia vai custar R$ 5,6 bilhões aos consumidores

Daniele Andrade
Jornalista formada pela Universidade Positivo, pós-graduada em Mídias Digitais. Atualmente cursa bacharel em História. Gosta de produzir reportagens sobre política tanto nacional quanto internacional, economia e tecnologia.
1

Crédito: Reprodução / Pixabay

Este ano, os consumidores brasileiros vão pagar R$ 5,6 bilhões, que serão destinados a financiar políticas públicas de incentivo a fontes de energia. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), os tipos de energia são: eólica, biomassa, solar e carvão.

Segundo reportagem do G1, o incentivo é uma das ações do governo no setor elétrico. Pela chamada Conta de Desenvolvimento Energético (CDE), em que os valores que abastecem esse fundo tem origem em um encargo, cobrado na conta de luz da população.

Um levantamento realizado pela Aneel detalha a participação de cada uma das fontes, no total do subsídio. A energia eólica, responde por R$ 3 bilhões sendo o maior valor. Enquanto a energia solar, recebe a menor parcela com R$ 500 milhões.

Especialistas do setor elétrico junto ao Ministério de Minas e Energia defendem a retirada desses subsídios as fontes alternativas, devido aos seguintes argumentos segundo o G1: essas energias já se desenvolveram no Brasil; o preço dessas tecnologias já caiu; por isso, as fontes alternativas têm condições de competir com as convencionais.

Em relação ao subsídio aos produtores de carvão mineral, ele permite que o produto tenha um valor competitivo. Mas a redução ou fim desse subsídio, depende da decisão do Congresso.