Aneel homologa RAG das hidrelétricas Jaguari e Paranoá

Paulo Amaral
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Crédito: Divulgação / Aneel

As Receitas Anuais de Geração (RAG) das hidrelétricas Jaguari (27,6 MW) e Paranoá (30 MW) foram homologadas nesta quinta pela Aneel.

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De acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, as duas passaram a ser operadas sob regime de cotas, bem como os fatores de garantia física alocados às distribuidoras para o ano de 2020.

A RAG Total da Jaguari, de acordo com a publicação no Diário Oficial da União, é de R$ 1,16 milhão, sendo uma parcela de R$ 292.366,20 referente a maio e uma de R$ 823.941,12, referente a junho.

Ela continua sendo operada pela Cesp (CESP6) interinamente após o contrato de concessão.

A vigência da RAG Inicial da usina é 21 de maio a 30 de junho de 2020.

Paranoá

A RAG Total da hidrelétrica Paranoá, que segue operada pela CEB Geração S.A, é de R$ 1,752 milhão, sendo uma parcela de R$ 28.735,85 em abril e outras de R$ 862.075,48, uma em maio uma e junho.

A vigência da RAG Inicial da usina é de 30 de abril a 30 de junho de 2020.

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CCEE

Pela resolução, a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica deverá incluir na próxima liquidação das usinas cotistas o valor referente a abril.

Além disso, serão somados aos valores a serem pagos pelas cotistas as despesas de Compensação Financeira pelo Uso dos Recursos Hídricos (CFURH), do PIS/Pasep e da Cofins incorridas pelos agentes de geração responsáveis pela usina, no exercício da atividade de geração de energia elétrica relativa a essas usinas.

De acordo com as informações do Estadão Conteúdo, na homologação dos fatores de garantia física alocados às concessionárias de distribuição, as cotas foram distribuídas a 46 distribuidoras.

Aneel desenvolve ferramenta de fiscalização

A Aneel anunciou que desenvolveu uma ferramenta que permite acompanhar integralmente os empreendimentos em implantação, mesmo com as medidas restritivas e o cenário de suspensão de viagens.

O “Acompanhamento Geoespacial de Usinas em Implantação” ou, simplesmente, AGUIA, segundo publicação no site oficial da agência, “tem o propósito de evoluir o processo de fiscalização, facilitando a vistoria por meio da captura de imagens de satélite”.

A nota do órgão ressaltou que a nova ferramenta é extremamente eficaz na obtenção de resultados sem comprometer a segurança da operação.

“A equipe de fiscalização pode acompanhar todo o processo de implantação das usinas – do início das obras até sua conclusão, proporcionando a manutenção do isolamento social”, diz a Aneel.

O “AGUIA” foi criado em 2019 e, de acordo com a Agência Nacional de Energia Elétrica, ajuda até a economizar dinheiro.

Segundo a explicação no portal da Aneel, “com a obtenção de imagens de satélite gratuitas, gera ainda economia de recurso público, uma vez que reduz consideravelmente a necessidade de deslocamento dos fiscais até as obras”.

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