Alternativas para investir com os cortes na Selic

Paulo Filipe de Souza
Colaborador do Torcedores

As taxas de juros baixas vieram para ficar na economia brasileira. A Selic que há 3 anos era de 14,25% passou por sucessivos cortes neste meio tempo. Hoje, a taxa de juros está no menor patamar da sua história.

A Selic é usada como referência para todas as outras taxas de juros do mercado brasileiro e serve também para controlar a inflação e estimular o consumo.

Quem quiser ganhos maiores terá que buscar alternativas com os cortes nos juros. Para quem quer aplicar em renda fixa, a principal sugestão é investir em títulos de longo prazo e fundos como os ETF’s. Para quem quer investir em renda variável, ações ou fundos imobiliários são boas opções.

Agora, quem procura por maiores rentabilidades que a taxa Selic vai precisar correr mais riscos. O Brasil acompanha um cenário mundial de cortes das taxas de juros. Movimento esse que veio para ficar, pelo menos por enquanto.

Novos cortes Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) ainda tem uma reunião em dezembro e pode decidir por mais um corte na Taxa Selic. Diversos analistas apontam que no próximo ano a taxa chegue a 4,25%.

A Selic é um instrumento que regula o consumo no país.Com a taxa alta, todos os juros ficam mais caros e acaba desestimulando o consumo. Já com a Selic baixa, o acesso ao crédito fica mais acessível, estimulando o consumo e, assim, aquecendo a economia.

Para aumentar ou diminuir a taxa básica de juros, 3 fatores são levados em consideração:

  • Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA): o índice mede a variação de preços dos principais produtos e representa o índice oficial da inflação. Quando a inflação está abaixo da meta o banco pode diminuir as taxas de juros.
  • Produto Interno Bruto (PIB): outro ponto levado em consideração é o crescimento do PIB.
  • Cenário externo: o Copom avalia o cenário externo antes de cortes ou aumentos da taxa. Além disso, o Brasil costuma acompanhar os movimentos de juros de outros países.

Alternativas para investir

Neste cenário de juros baixos quem tem ganho força é a renda variável. Em outubro, a Bolsa alcançou o maior número de investidores da sua história, 1,5 milhão de CPF’s estão registrados.

Com o cenário de juros baixos, há alternativas para investir e conseguir uma rentabilidade maior. Em renda variável, o mercado de ações é uma boa opção já que as condições no país são favoráveis. Com isso, há espaço para o crescimento e valorização das empresas.

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Aos que não conhecem bem a Bolsa de Valores ou querem diversificar os investimentos, aplicar em fundos de ações podem ser uma alternativa para investir e ter uma maior rentabilidade.

Há também os ETFs, fundos que são referenciados a índices e são conhecidos pela facilidade e diversificação. Os ETF’s representam todas as ações que compõem uma carteira teórica de um índice usado como referência, além de outros ativos.

Existem outras possibilidades como os Fundos de Investimento Imobiliários (FIIs). Essa opção se tornou muito atrativa com a queda dos juros. Os FII aplicam os recursos do fundo na construção ou compra de imóveis para locação.

Outra alternativa para investir em um cenário de queda dos juros – principalmente para quem procura investimentos com menos riscos – é aplicar em renda prefixada como: Tesouro prefixado, Tesouro IPCA+, CDB, LCI, LCA e LC, por exemplo.

Mesmo com os cortes nas taxas de juros, sempre há alternativas para investir e ter uma boa rentabilidade. Mas em um cenário de cortes, o investidor que quiser melhor ganhos vai precisar correr mais riscos e diversificar ainda mais a sua carteira.


Aproveite o atual cenário econômico do Brasil e aumente a rentabilidade dos seus investimentos.

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