Alta cotação do dólar aumenta transferências entre Brasil e exterior

Suelen de Paula
Jornalista e escritora. Apaixonada por livros, filmes, cultura, e, surpreendemente, maravilhada pelo mundo do agronegócio também.
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Crédito: TheDigitalArtist/Pixabay

Nas últimas semanas os brasileiros têm sido impactados pela alta cotação do dólar. Nesta sexta-feira (28/02), por exemplo, a moeda americana chegou a bater mais um recorde. O dia foi encerrado com o dólar valendo R$ 4,4809, um aumento de 0,10%. Esse foi o maior acréscimo do mês de fevereiro desde 2015. O cenário tem refletido também no número de transferências realizadas entre o Brasil e o Exterior.

De acordo com dados divulgados pelo Banco Central a soma de transferências de janeiro foi de US$ 325 milhões. Ou seja, o maior valor para o mês desde o início da série histórica, em 1995.

Trajetória para alta da cotação do dólar

Uma reportagem do Estadão aponta ainda que quando considerado o período de janeiro de 2019 a janeiro de 2020, o avanço da moeda chegou a 17,1%. Além disso, quando se é enviado dinheiro para os brasileiros trocarem em reais, isso também serve como estímulo para as transferências.

Lado negativo

A alta cotação do dólar tem sido vantajosa para quem manda dinheiro de fora para o Brasil. Quando residentes no país enviam dinheiro para familiares no exterior, isso se torna desvantajoso. Afinal, é preciso mais reais para que se possa comprar um dólar.

Os dados do Banco Central mostram que devido à isso, as remessas em janeiro foram abaixo do esperado. Ao total, apenas US$ 186,5 milhões.


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