Alcolumbre para sessão e adia votação do orçamento impositivo

Tatiane Lima
Jornalista, redatora sênior. Tecnóloga em Recursos Humanos e MBA em Comunicação e Marketing. Apaixonada por empreendedorismo criativo. Atuei nos três setores, com hard news, jornalismo on, off e redação publicitária.
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Crédito: Reprodução/ Agência Senado

Na noite de ontem (3), o presidente do Senado e do Congresso Nacional, Davi Alcolumbre (DEM-AP), suspendeu a sessão que analisava a questão dos vetos presidenciais ao orçamento impositivo. Assim, a discussão deve continuar na pauta desta quarta-feira (4), em assembleia às 14h. Diante da nova agenda, Alcolumbre também adiou a votação dos projetos que regulamentam o orçamento impositivo para a próxima terça, dia 10.

Antes das alterações, as votações dos vetos e projetos seriam realizadas ontem (3) mesmo. No entanto, Alcolumbre optou por acatar o pedido dos parlamentares por mais tempo para a análise dos textos. Isso porque os projetos enviados pelo governo, previstos para o encaminhamento às 9h, chegaram somente após às 17h no Congresso.

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“Em uma hora não dá para analisar um texto encaminhado pelo Executivo sobre a regulamentação do orçamento impositivo”, declarou o presidente do Senado na sessão. Depois de ouvir os senadores, Alcolumbre foi se reunir com o presidente o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Por se tratar de uma articulação conjunta, Alcolumbre levou o apelo dos congressistas a Maia, para então tomar a decisão. “Nós vamos suspender essa sessão e fui ao gabinete do presidente [da Câmara] Rodrigo Maia conversar com vários líderes partidários porque a decisão precisa ser conjunta”, esclareceu.

Alcolumbre defende prazos

Desta forma, a sessão deverá ser retomada hoje (4) à tarde. O foco será o debate e votação em torno dos vetos presidenciais às emendas parlamentares impositivas. Já o orçamento impositivo só será levado aos votos na próxima semana, em sessão agendada para terça-feira (10). Pois Alcolumbre considerou que, primeiramente, a matéria deve ser votada na Comissão Mista do Orçamento (CMO). Uma vez que a questão do orçamento impositivo implica em emendas individuais, de bancada e do relator-geral.

“O governo também entendeu que precisava de um roteiro para sanar dúvidas dos corpos técnicos do Executivo e também das Casas do Congresso. Por isso será importante cumprir os prazos regimentais de tramitação”, afirmou Alcolumbre.

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