Alcolumbre tem apoio de Maia para resolução do orçamento impositivo

Tatiane Lima
Jornalista, redatora sênior. Tecnóloga em Recursos Humanos e MBA em Comunicação e Marketing. Apaixonada por empreendedorismo criativo. Atuei nos três setores, com hard news, jornalismo on, off e redação publicitária.
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Crédito: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), manteve-se em movimentações articuladas ontem (2), a fim de resolver a crise do orçamento impositivo com o governo. Por isso, a sua agenda do dia foi preenchida por reuniões de influência. Tanto com o presidente Jair Bolsonaro, quanto com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Mais tarde, pelas 21h, Alcolumbre recebeu o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, em sua residência oficial. A sessão que tratará do tema está agendada para esta terça-feira (3).

Assim, o endosso de Maia veio depois do posicionamento de Alcolumbre em relação à crise que tem esquentado as discussões no Planalto. Ainda ontem (2), o senador se reuniu com Guedes para discutir sobre atuação do governo nas reformas tributária e administrativa. Isso porque o Executivo não informou qual é o seu parecer nos assuntos. No entanto, Alcolumbre não tocou na questão do orçamento anual.

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Alcolumbre encontra Bolsonaro

Depois, o encontro de Alcolumbre com Bolsonaro foi destinado a tratar da crise do orçamento impositivo. Do qual o presidente é contrário e já vetou. O objetivo do senador foi tentar encontrar uma alternativa com Bolsonaro para a divisão dos R$ 30 bilhões entre o governo e congressistas. Ainda que a nova proposta aumente o poder do Legislativo e devolva ao Executivo R$ 11 bilhões do valor. Antes disso, Alcolumbre compunha a lista dos poucos parlamentares que não haviam se pronunciado sobre a situação.

Hoje (3) à tarde, às 14h, o Congresso tem sessão agendada para discutir a questão do veto presidencial, o manejo dos R$30 bilhões e outros assuntos.

Tensão

Desde o veto, o governo se mostrou contra a conferência de mais poderes aos deputados e senadores. Inclusive, é contrário ao aumento do aporte econômico. Deste modo, a insatisfação governamental é uma das maiores motivações dos atos anti-Congresso. E a tensão aumentou após o apoio de Bolsonaro, ao divulgar a ação por meio de sua conta pessoal em aplicativo de mensagens. Os protestos estão previstos para o dia 15 de março.

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