Alberto Fernández elege principal desafio: Acabar com a pobreza na Argentina

Paulo Amaral
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Crédito: ALEJANDRO PAGNI / AFP

O presidente eleito da Argentina, Alberto Fernández, revelou qual seu principal desafio ao assumir o comando do país, em cerimônia prevista para a próxima terça-feira (10): Acabar com a pobreza.

Em declarações para a agência de notícias EFE, Fernández, que receberá o cargo de Maurício Macri, mostrou preocupação com os números da crise argentina desde o início do ano passado.

“Vamos enfrentar um grande desafio: receber um país com quase 41% das pessoas em situação de pobreza”, comentou, para, em seguida, revelar os nomes dos 20 ministros que farão parte de sua equipe de governo.

Martín Guzman, novo ministro da Economia na Argentina, foi um dos mais badalados pelo presidente no anúncio da equipe de governo.

“Um homem jovem muito preparado, que conhece muito bem o conflito da dívida e o conflito macroeconômico da Argentina”, sintetizou, mostrando confiança no político de somente 37 anos. “A partir de 10 de dezembro (dia da posse) vocês vão conhecer o pensamento dele e o que temos planejado para tirar o país dessa situação de fragilidade em que ele está”, completou.

Além de Guzman, outros nomes já se tornaram de conhecimento público, alguns novos, outros nem tanto. Um deles é Felipe Solá, ex-governador da província de Buenos Aires, que comandará o Ministério de Relações Exteriores, e Daniel Scioli, ex-vice-presidente do país, novo embaixador da Argentina em Brasília.

Também farão parte do governo de Fernández nomes carimbados do peronismo e que já estiveram na Casa Rosada durante o kirchnerismo. Agustín Rossi, ministro da Defesa entre 2013 e 2015, voltará ao cargo, assim como Gines González García, que assumirá a pasta da Saúde, que já esteve em suas mãos entre 2002 e 2007.

O cineasta Tristán Bauer será o novo ministro da Cultura, enquanto o ex-secretário jurídico e técnico da presidência durante os mandatos de Néstor Kirchner e Cristina, Carlos Zannini, assumirá a procuradoria-geral do Tesouro Nacional.

Daniel Arroyo foi o eleito para cuidar do Ministério de Desenvolvimento Social e também recebeu muitos elogios de Fernández, que o considera “um homem absolutamente dedicado ao problema da pobreza e da fome”.

O novo presidente argentino anunciou ainda o retorno de pastas que foram extintas pelo governo Macri por conta da crise: É o caso do Ministério do Turismo e dos Esportes, que será comandado por Matías Lammens, presidente do San Lorenzo, um dos principais times do país.

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