AES Brasil (AESB3) lucra 23,4% a mais no balanço do 1TRI21

Felipe Moreira
Especialista em Mercado de Capitais e Derivativos pela PUC - Minas, com mais de 8 anos de vivência no mercado financeiro e de capitais. Certificações: CPA-10, CPA-20 e AAI. Apaixonado por educação financeira e investimentos.
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Crédito: AES Brasil / Reprodução

A AES Brasil (AESB3) registrou um lucro líquido de R$ 93 milhões no balanço do primeiro trimestre de 2021 (1TRI21). O resultado foi 23,4% superior ao mesmo período do ano passado.

A geração eólica bruta foi de 398,8GWh no 1T21, aumento de 78,9%quando comparada ao mesmo período do ano anterior (222,9GWh),reflexo da aquisição do Complexo Eólico Ventus em dezembro de 2020e do maior volume de energia gerada pelo Complexo Eólico Alto Sertão II em decorrência da maior velocidade dos ventos no período(7,4m/s no 1T21 vs. 6,1m/s no 1T20).

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Os complexos solares registraram geração bruta de 134,0 GWh no período, um aumento de 6,6% comparado ao mesmo período de 2020(125,7 GWh).

O resultado financeiro foi negativo em R$ 103,9 milhões no quarto trimestre do ano passado, redução 12,3% sobre as perdas financeiras do primeiro trimestre de 2020.

AES Brasil (AESB3): principais números do balanço do 1TRI21

Lucro líquido

Lucro 1TRI21: R$ 93 milhões
Lucro 1TRI20: R$ 75,3 milhões

Ebitda

  • Ebitda 1TRI21: R$ 349 milhões
  • Ebitda 1TRI20: R$ 312,8 milhões

Receita

  • Receita 1TRI21: R$ 556,7 milhões
  • Receita 1TRI20: R$  494,4 milhões

Ebitda

O lucro antes de juro, impostos, depreciação e amortização (Ebtida, na sigla em inglês) somou R$ 349 milhões no balanço do 1TRI21, elevação de 11,6% na comparação ano a ano.

Enquanto isso, a margem Ebitda foi de 62,7%, baixa de 0,6 p.p.

Receita cresce 12,6%

A receita líquida atingiu R$ 556,7 milhões no período, uma elevação de 12,6% na comparação anual.

O lucro bruto da AES Brasil (AESB3) caiu % no balanço do 1TRI21, atingindo R$ milhões.

Investimentos

A AES Brasil (AESB3) investiu R$ 50,9 milhões no balanço do 1TRI21, montante 3,3% inferior ao investido no 1T20 (R$ 52,6 milhões),em decorrência da manutenção bianual das usinas de Ibitinga e Barra Bonita realizada em 2020.

A Companhia prevê investir aproximadamente R$ 2,4 bilhões no período de 2021 até 2025, destinados à expansão dos projetos já contratados e com plano de construção definido, com destaque para a construção dos Complexos Eólicos Tucano e Cajuína, e à modernização e manutenção de seus ativos em operação.

Dívida

A dívida líquida da AES Brasil (AESB3) encerrou março em R$ 4,5 bilhões.

A alavancagem financeira, medida pela relação dívida líquida ajustada/Ebitda ajustado, ficou em 2,1 vezes no final de março de 2021. Um ano antes era de 2,6 vezes.

Confira os destaques do balanço da AES Brasil (AESB3):

 

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