89% das emissões no Mercado de Capitais em 2018 foram em Renda Fixa

Késia Rodrigues
Colaboradora Independente do Portal EuQueroInvestir e leitora assídua de conteúdos sobre economia e política. Apaixonada por tecnologia, investimentos e viagens.

Crédito: Crédito da imagem: Banco de Imagens EnvatoElements/By Rido81

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[box type=”success” align=”” class=”” width=””]A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais) informou que as ofertas de Renda Fixa corresponderam a 89% do total de emissões do mercado de capitais no ano passado. Do montante total de emissões de 2018, que foi de R$ 223,7 bilhões, essa modalidade movimentou R$ 199,6 bilhões. Já as outras captações do período como os fundos imobiliários e a renda variável respondem por 6% e 5% do montante, respectivamente.[/box]

Em seu primeiro discurso como ministro da Economia, Paulo Guedes fez uma menção à necessidade de se corrigir os desequilíbrios do mercado.

[box type=”success” align=”” class=”” width=””]A Anbima apontou que o grande destaque no seguimento de Renda Fixa ficou com as Debêntures. Juntas, as mais de 300 operações que envolvem esses títulos representaram um montante de R$ 140 bilhões em 2018, o recorde da série histórica estabelecida pela instituição em 2002. Em meio a esses papéis, o maior volume envolve os de infraestrutura apresentaram, pois apresentaram o melhor resultado desde que foram lançados em 2011, isto é, R$ 23,6 bilhões em 62 emissões. Se comparado ao resultado de 2017, as debêntures de infraestrutura de 2018 obtiveram um avanço de 160%.[/box]

Em nota, o vice-presidente da Anbina, José Eduardo Laloni explica que os investidores institucionais passaram a ter uma maior participação em meio às ofertas de Debêntures. Esse movimento teve início no ano de 2017 e acabou se mantendo ao longo de 2018, mesmo que com menos intensidade. Para ele, essa situação demonstra que esses agentes, na maior parte Fundos de Investimento, ainda mantém interesse em destinar seus recursos aos títulos corporativos.

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Outros produtos de Renda Fixa, como é caso das notas promissórias e das letras financeiras, também apresentaram alta em 2018 se comparadas ao resultado do ano anterior, pois obtiveram R$ 28,2 bilhões e R$ 6 bilhões, o que significa que tiveram altas de 4,9% e 98,5%, respectivamente, sobre o montante de 2017.

Em 2018, os Fundos de Investimento em Direito Creditório (FIDCs) movimentaram R$ 12,7 bilhões, os Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) movimentaram R$ 7,2 bilhões, já os Certificados de Recebíveis Agrícolas (CRAs) movimentaram R$ 5,8 bilhões.

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Renda Variável

O mercado de Renda Variável registrou a emissão de R$ 11,3 bilhões ao longo de 2018, resultado obtido por meio de três IPOs (Initial Public Offering, ou, em tradução livre, ‘ofertas iniciais de ações’) e de três follow ons (ou seja, ofertas subsequentes de ações). Apesar desse resultado ser inferior ao registrado no ano de 2017, que foi de R$ 40,1 bilhões, ainda supera o desempenho do ano de 2016, em que as emissões fecharam em R$ 10,7 bilhões.

[box type=”success” align=”” class=”” width=””]Os Fundos Imobiliários (que são produtos considerados um híbrido entre Renda Fixa e Renda Variável) tiveram um resultado de movimentação cotado em R$ 12,8 bilhões e um total de 80 operações.[/box]

Ainda segundo a Anbima, as empresas brasileiras conseguiram captar US$ 15,3 bilhões ao longo do ano passado no mercado internacional, isso exclusivamente por meio de ativos de Renda Fixa. Do montante total, 84% dessas operações ocorreram dentro do primeiro semestre de 2018. Se comparado ao resultado de 2017, a queda é superior aos 50%.

Fonte da Notícia: Portal Estadão

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