3 razões que fazem você investir errado e deixam os bancos cada vez mais ricos (a culpa é sua!)

O brasileiro tem, aos poucos, descoberto o quanto é necessário investir, seja para realizar algum sonho no futuro ou para garantir uma aposentadoria mais tranquila e com uma renda maior.

Késia Rodrigues
Colaboradora Independente do Portal EuQueroInvestir e leitora assídua de conteúdos sobre economia e política. Apaixonada por tecnologia, investimentos e viagens.
3 razões que fazem você investir errado

Crédito: Banco de Imagens EnvatoElements/By dolgachov.

No entanto, existem pessoas que, com o intuito de se aproveitar dessa situação, podem acabar levando esse investidor para caminhos tortuosos na estrada dos investimentos, seja para enriquecer a si próprio ou a instituição para o qual trabalha.

Existem diversas razões que fazem você investir errado e deixam os bancos cada vez mais ricos e, sentimos muito em dizer, mas, na maioria das vezes, a culpa é sua…

A falta de educação financeira do brasileiro é o que, na maioria das vezes, o faz cair em verdadeiras ciladas do mercado financeiro, ou mesmo ter baixos rendimentos investindo errado.

Os grandes bancos têm uma boa parcela dessa culpa, pois se aproveitam da falta de conhecimento da maioria das pessoas para empurrar alguns produtos péssimos que eles ainda insistem em chamar de “investimento”.

Por isso, no artigo de hoje vamos elencar 3 razões que fazem você investir errado e acabam deixando os bancos cada vez mais ricos. Continue a leitura e nunca mais entre nessa fria!

1ª – Poupança

O rendimento da poupança é muito baixo se comparado a outros investimentos

A poupança brasileira teve início ainda no período do Brasil Império, quando D. Pedro II assinou um decreto em 1861 e criou a Caixa Econômica Federal.

Hoje, após decorridos mais de 150 anos desse decreto, a poupança ainda continua sendo a principal forma de investimento dos brasileiros, pois estima-se que 85% da população brasileira tem uma conta poupança e faz o uso dela.

Desde a sua criação, a caderneta de poupança era conhecida por remunerar os depósitos feitos em 6% ao ano, o que não era ruim no passado.

No entanto, em 2012, mudanças promovidas pelo governo alteraram a forma como a caderneta de poupança é remunerada, diminuindo bastante o seu rendimento.

Hoje, quando a Selic (taxa básica de juros brasileira) está em um patamar abaixo de 8,5%, o rendimento da poupança cai para 70% da Selic, acrescido da TR (Taxa Referencial), que está próxima de zero.

Uma das formas mais eficientes de identificarmos o nosso perfil de investidor, é realizando um teste de perfil.

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Se levarmos em consideração a redução da taxa Selic para 6%, promovida recentemente pelo Comitê de Política Monetária (COPOM), temos um rendimento aproximado de 4,2% ao ano para a poupança.

Mas vale lembrar que a poupança é um tipo de aplicação que não protege o seu dinheiro dos efeitos da inflação, ou seja, o ganho real pode ser bem menor do que esses 4,2%.

Para que você tenha uma ideia, até julho deste ano, a inflação acumulada do brasil (IPCA) estava em 3,22%.

Se você ainda não sabe, a inflação reduz o poder de compra do seu dinheiro com o passar do tempo. É por isso que temos aquela sensação de ter gastado mais dinheiro toda vez que vamos ao supermercado, mesmo tendo comprado as mesmas coisas.

Assim, se considerarmos o IPCA a 3,22%, o rendimento real de quem tem algum dinheiro investido na poupança hoje é de, apenas, 0,98% ao ano, o que é muito pouco.

Por que as pessoas ainda investem na poupança?

Existem diversos motivos que podem fazer com que as pessoas insistam em investir o seu dinheiro na caderneta de poupança.

O principal deles é o fato de que a maioria dos brasileiros possui um perfil de investidor mais conservador, ou seja, não gosta de correr riscos com o seu dinheiro.

Associado a isso está a crença de que a caderneta de poupança é a aplicação mais segura que alguém pode fazer, pois, além de contar com a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito), ela é oferecida pelos grandes bancos, que são instituições consolidadas no mercado.

Não é à toa que listamos a poupança em primeiro lugar entre 3 razões que fazem você investir errado e deixam os bancos cada vez mais ricos, pois, como você viu, o rendimento dessa aplicação é pífio.

Entretanto, se por um lado é o investidor que está perdendo, de outro há alguém lucrando.

Pense por um minuto: qual é a principal atividade dos bancos?

A principal função de um banco é multiplicar dinheiro e, para isso, fazem o uso de diversas operações de crédito, tais como a concessão de empréstimos, financiamentos etc.

Entre as fontes de recursos que podem ser utilizadas nesse processo está o dinheiro depositado na caderneta de poupança (ou você pensava que o seu dinheiro ficaria paradinho na sua conta rendendo?).

Assim, enquanto você deixa o seu dinheiro na caderneta de poupança, rendendo menos de 1% ao ano, os bancos ganham muito dinheiro utilizando as suas economias, oferecendo aos seus demais clientes empréstimos a juros altíssimos.

Se você já precisou de um empréstimo, sabe bem como são esses juros, pois não é incomum termos a sensação de pagar o dobro por aquilo que pegamos emprestado.

É por esse e por diversos outros motivos que você deve retirar o seu dinheiro da caderneta de poupança e investi-lo em aplicações que sejam rentáveis para você e não para o banco.

O mercado está repleto de bons produtos, tais como CDBs, LCIs, LCAs, Letras de Câmbio e muitos outros, sendo que diversos deles também contam com a proteção do FGC e são consideradas aplicações bastante seguras.

Dessa forma, mesmo com um perfil mais conservador, é possível ter um rendimento maior fora da poupança e dos grandes bancos.

Para saber como, entre em contato com um dos assessores de investimentos da EQI Investimentos por meio do formulário que está ao final desta página.

2ª – Investir em produtos dos próprios bancos

Assim como investir na poupança é um grande erro, investir em produtos do próprio banco também pode ser uma ótima forma de deixar o banco mais rico.

Não perca dinheiro investindo nos grandes bancos

Como você viu anteriormente, uma das principais atividades de um banco é oferecer crédito a seus clientes em troca do pagamento de juros.

Para isso, os bancos precisam captar esse dinheiro a um preço baixo, pois, caso contrário, o seu lucro com essas operações pode ser prejudicado.

A poupança é uma das principais fontes de obtenção de recursos para vários bancos, pois é a mais barata para eles, contudo, esse dinheiro não é suficiente.

Sendo assim, a maioria dos grandes bancos oferece a seus clientes uma gama de produtos, tais como fundos de investimentos, CDBs, previdência privada, dentre outros.

Contudo, quando não cobram taxas exorbitantes, reduzem bastante o rendimento dessas aplicações.

Caso você ainda não saiba, a maioria dos investimentos em renda fixa que estão disponíveis no mercado têm o seu rendimento vinculado ao CDI, que é uma taxa utilizada nas transações financeiras feitas entre os próprios bancos.

Quanto maior o percentual de rendimento de uma aplicação em relação ao CDI, melhor ela é para o investidor. Do contrário, melhor ela será para o banco.

Nos grandes bancos, por exemplo, não é raro encontrar CDBs do próprio banco que pagam entre 70% e 80% da CDI ao investidor.

Já em bancos menores é possível encontrar CDBs que pagam mais de 120% da CDI ao ano, por exemplo, pois esses bancos precisam atrair os investidores de alguma forma se quiserem captar dinheiro no mercado.

Percebe a diferença?

Enquanto um banco de grande porte não tem dificuldade em encontrar clientes interessados em adquirir os seus produtos, os bancos pequenos precisam oferecer retornos melhores se quiserem atrair a atenção dos investidores.

É por isso que investir em produtos do próprio banco está em segundo lugar em nossa lista das 3 razões que fazem você investir errado e deixam os bancos cada vez mais ricos.

Uma vez que você escolhe produtos de grandes bancos, acaba perdendo a oportunidade de investir em produtos melhores e que, consequentemente, fariam com que o seu dinheiro rendesse muito mais.

Nesse momento é possível que você esteja se perguntando: se não é viável investir por meio de um grande banco, então o que eu devo fazer?

A resposta a essa pergunta virá no próximo tópico, em que você conhecerá um pouco mais sobre uma das principais alternativas aos grandes bancos: as corretoras de investimentos.

3ª – Medo de investir por meio de uma corretora

Investir por meio de uma corretora independente no Brasil é algo considerado relativamente novo, isso em comparação ao que acontece na maioria dos países desenvolvidos do mundo, como os Estados Unidos.

Talvez por essa forma de investir ser considerada uma “novidade” para muitos, ela acabe gerando um certo receio, principalmente naquelas pessoas bastante conservadoras.

As corretoras independentes, são instituições financeiras que atuam intermediando a compra e venda de títulos financeiros entre seus clientes e o mercado financeiro, da mesma forma que fazem as corretoras dos grandes bancos.

Quem deseja investir na Bolsa de Valores, por exemplo, necessariamente passa por uma corretora.

No Brasil, para que uma corretora possa funcionar é necessário que ela receba autorização do Banco Central (BACEN) e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Ou seja, há toda uma regulamentação a ser seguida por essas instituições se elas quiserem operar no mercado financeiro.

Além disso, a maioria das corretoras independentes que atuam no Brasil são instituições sólidas e já consolidadas no mercado.

Um exemplo é a XP Investimentos, que possui mais de 18 anos de experiência no mercado financeiro e conta com mais de 1,2 milhões de clientes ativos.

Por esse e por diversos outros motivos é que você não deve ter medo de investir por meio de uma corretora.

São nelas que estão reunidos os melhores investimentos que o mercado oferece e onde você encontrará a melhor rentabilidade para o seu dinheiro.

Por meio de uma corretora, além de investir no mercado de renda variável, você também encontra uma vasta gama de aplicações em renda fixa e títulos públicos como o Tesouro Direto.

Tudo isso, na maioria das vezes, sem ter que pagar as gigantescas taxas cobradas pelos grandes bancos e que sugam a rentabilidade dos seus investimentos.

Se você deseja conhecer um pouco mais sobre a XP Investimentos e como investir por meio de uma corretora, sugerimos que assista ao vídeo abaixo:

Considerações finais

Ao longo deste artigo você conheceu 3 razões que fazem você investir errado e deixam os bancos cada vez mais ricos, contudo, podemos dizer que há ainda mais.

Você também viu que, nos três casos elencados, a culpa por perder dinheiro é mesmo sua, principalmente se, após essa leitura, você não tomar uma atitude imediatamente e buscar maneiras melhores de investir.

Para te ajudar, a EQI Investimentos disponibiliza uma assessoria de investimentos gratuita, que pode ser uma ferramenta bastante útil para mudar de vez essa realidade.

Preencha o formulário que está ao final desta página e solicite o contato de um de nossos assessores de investimentos para realizar um diagnóstico gratuito de suas atuais aplicações.

Com a ajuda desse profissional, especialista no mercado financeiro, você poderá fazer as mudanças necessárias para que a sua carteira de investimentos possa se tornar mais rentável.

Além disso, receberá todas as orientações necessárias para que você deixe, de uma vez por todas, os grandes bancos e suas aplicações de baixo rendimento.

Então, aproveite essa oportunidade e faça sempre os melhores investimentos!

Esta é a função de um Assessor de Investimentos

Entender o investidor em uma profundidade maior do que o gerente do seu banco ou corretoras digitais e monitorar o mercado em busca de oportunidades que se enquadram em sua realidade, são atribuições do Assessor de Investimentos.

O papel dele é unir seus objetivos pessoas e profissionais, momento financeiro, perfil de investidor e avaliar o mercado para te apoiar com os investimentos que estiverem alinhados com seu momento.

Disponibilizo abaixo, a oportunidade de você realizar um diagnóstico e tirar todas as suas dúvidas sobre investimentos, conversando com um especialista no assunto.